Capítulo 6 - parte II

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Oiiii, quase que me esqueço do capitulo de hoje, rsrs
E ai? O  que estão achando? Não esqueçam de deixar muitos comentários. Eles são importantes.

Divulguem o livro pra os seus amigos. Quanto mais leituras e retorno eu tiver maior a chance de que eu poste mais histórias completas aqui.

Bom, é isso... Beijos e boa leitura.

#Drake&CassieFinalmente

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Drake estava sentado em sua tenda, olhando para o nada pela fenda entreaberta que engolia a escuridão da noite. Era lua nova e a escuridão engolia cada ponto de luz. Ele esfregou uma mão na outra e estalou os dedos. Estava inquieto. Culpou o fato de já estar com Cassie há alguns dias e Isaac não ter vindo ao seu encontro antes, ou talvez o homem fosse burro demais para chegar até eles. Porém, toda a sua inquietação pouco tinha a ver com Isaac naquela noite.

Ainda estava atormentado pelos beijos que trocara com Cassie. Seu desejo pela moça era inegável, por mais que lutasse contra ele com suas unhas e dentes.

Ouviu som de passos, imaginou se eram animais ou apenas o som do vento tentando brincar com sua cabeça até que viu uma sombra esgueirando-se para o interior de sua tenda.

- Quem está aí? – Tateou o chão e pegou sua arma.

- Sou eu, Cassie.

- O que está fazendo aqui? – Levantou-se por impulso e seu corpo se chocou com o dela.

Estremeceu com o impacto do seu peito firme contra os seios macios. Mordeu os lábios e jogou as mãos para trás, contendo sua própria vontade de tocá-la.

- Não quero mais que outras pessoas decidam por mim.

- O que está dizendo? – As palavras dele vacilaram, pois Drake sabia a que em específico ela se referia e esperou que a pergunta a fizesse retomar o juízo.

- A minha virtude que tanto quer preservar teria sido tirada pelo asqueroso xerife dias atrás se você não tivesse me tirado dele. E se terei que passar o resto da minha vida com outro homem como aquele quero que me permita ser livre com você pelo tempo que eu puder.

As sombras da noite não permitiam que Drake enxergasse o rosto de Cassie, porém ele sabia que se a tivesse encarando sob a luz, o olhar firme dela o faria tremer. Admitiu a si mesmo que aquela mulher o surpreendia.

- Cassie...

- Se disser que não deseja eu irei embora. Mas pela forma como me beijou...

- Eu desejo – confessou ao colocar as mãos sobre os braços de Cassie. Ela estava arrepiada e isso o excitou. – Estou lutando contra todos os meus impulsos para afastá-la.

- Então não afaste mais.

Drake baixou a cabeça e seus lábios roçaram os de Cassie. Ela vibrou de felicidade quando o arrebatador beijo a enlaçou outra vez. Soltou um gemido de alegria quando os braços firmes como aço se fecharam ao redor de seu corpo e a pressionaram contra o largo peito. Ela sentiu as pernas vacilarem outra vez e o calor se acender entre elas.

O fora da lei abriu o vestido pouco a pouco, botão a botão, e Cassie se retorceu com o calafrio quando ele beijou o ombro que acabara de deixar exposto.

Ela é tão macia, Drake pensou enquanto beijava com gentileza o ombro antes que o desejo fizesse dele refém. Seus cumpridos escorregaram pela pele das costas de Cassie enquanto ele terminava de tirar o vestido. A peça veio ao chão e ela se encolheu com a brisa da noite que trocou seu corpo exposto, porém os braços de Drake a envolveram outra vez, num cálido e provocativo abraço. Ele pressionou o membro contra a ela e o calor subiu e Cassie jurou estar suando.

Cassie ergueu as mãos tremulas, porém curiosas e retirou o lenço em volta do pescoço do homem e começou a abrir-lhe a camisa, até que Drake fosse obrigado a soltar Cassie para que a peça escorregasse por seus braços e fosse parar no chão.

Ele a pegou no colo e levou até a sua cama improvisada, deitando-a sobre as peles que lhe serviam de cobertor. Cassie arfou com o peso do corpo dele sobre o seu. A ansiedade e o desejo a faziam tremer mais do que nunca. Ela se preocupou menos quando Drake tomou seus lábios outra vez e Cassie abriu os lábios cedendo passagem à língua provocante enquanto ele se ajeitava entre suas pernas. gemeu ao sentir a pressão do tecido da calça contra a sua região tão sensível e molhada.

Drake continuou a beijando enquanto apoiava-se com uma mão e com a outra abria sua calça e a removia. Nu, ele passou o pênis entre as pernas de Cassie, sem penetração, fazendo-a gemer, alucinada. Naquele ponto, era incapaz de refrear seus desejos.

Perdida nas caricias das mãos ele que tocava de maneira impudica seu corpo, Cassie apenas se ateve ao que estava acontecendo quando ele colocou a mão entre os corpos e pressionou o pulsante membro contra ela. Cassandra gritou e cravou as unhas nos ombros de Drake ao sentir a dor aguda onde ele tentava entrar contanto afinco.

- Dói?

- Sim... dói muito.

- Desculpe-me, nunca estive com uma virgem antes. Podemos parar, não precisa fazer isso. – Ele odiaria parar, mas por ela estava disposto.

- Não. – Ela o enlaçou com as pernas. – Apenas beije-me e continue.

Drake assentiu. Escorregou as mãos pelas coxas dela, vendo-a revirar os olhos de prazer e tomou os lábios, beijando-a com ferocidade, usando a língua, os dentes, enquanto com as mãos abria as pernas de Cassie e enfiava, pouco a pouco. Era tão estreito que ele não era capaz de conter os próprios gemidos. Encontrou uma barreira e precisou fazer força. Cassie o abraçou enquanto uma lágrima brotava de seus olhos. Acariciou-a permanecendo imóvel por alguns segundos, apenas desfrutando do calor e da pressão da estreita passagem.

Cassie aos poucos foi se acostumando com a estranha presença em seu corpo e com as carícias gentis de Drake, aos poucos a dor foi se dissipando.

Ele começou a se mover, tentou se lento por mais que seu ímpeto o impulsionasse a se mover com afinco. Precisou lutar muito para não se perder no próprio prazer e machucá-la ainda mais. Porém sua nobre atitude foi abaixo quando Cassie moveu seus quadris contra ele o incitando a continuar e sua fome por ela tomou conta de toda a sua bondade e decoro. Apoiou as mãos ao redor dela onde podia mover a cintura, escorregando para fora apenas para investir contra a umidade outra vez.

Alguns minutos após os movimentos dele terem se iniciado, Cassie começou a ser envolvida pelo prazer. Podia senti-lo a cada vez que a penetrava e isso não causava mais desconforto e sim uma sensação prazerosa que só crescia. Movia seu corpo contra o dele esperando por mais.

Drake saiu de cima dela e Cassie a encarou com os olhos suplicantes.

- Já acabou?

- Ainda não. – Ele sorriu diante da pergunta e deitou-se atrás dela, virando-a de lado.

Beijou-a na nuca e a segurou pela cintura e escorregou para dentro dela outra vez. Cassie soltou um alto gemido e puxou o braço de Drake para que ele a envolvesse outra vez. Ele jogou o longo cabelo liso para o lado e mordiscou o pescoço enquanto se movia contra ela, sentindo sua pele estalar contra a de Cassie. O prazer que Drake estava sentindo era indescritível, estivera com outras mulheres antes, em sua maioria prostitutas, mas nenhuma o fez se sentir daquela forma antes. Tão bem, tão vivo... começou a passar as mãos pelos seios dela, enquanto se movia mais rápido, na busca incessante pelo prazer.

As caricias, os beijos. Cassie se perdeu em meio ao turbilhão de sensações que a arrebataram depois que a dor se foi. Quando Drake escorregou de vagar e investiu de novo, ela sentiu toda a prazerosa tensão que crescia onde se união e se espalhar pelo corpo em milhares de fragmentos, no momento em que Drake a apertava com força, ficando rígido e despejava sua semente nela.

Ela a acariciou e beijou.

- Como está se sentindo?

- Dolorida, mas bem.

- Nas próximas vezes será melhor. Eu lhe prometo.

Próximas vezes? Cassie não conteve o sorriso que tomou conta do seu rosto. Então ele estava disposto a repetir e isso a deixou muito feliz.

Drake a abraçou contra o seu peito e fechou os olhos.

Roubada do altar #1 Amores do oeste (Degustação)Leia esta história GRATUITAMENTE!