Capítulo 43

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Sem revisão

Aviso: As falas da empregada Silvia contém "erros " proposital

Enrico

Observava atentamente as feições da minha linda esposa, ela estava horrorizada e eu me deliciava com isso. Vamos ver se ela aprendeu a ser a Dama da Máfia. Tenho minhas dúvidas, tenho certeza que pedirá por alguém e com certeza será pelo aquele projeto de traidor. Ele e a mãe, são os únicos que não estão sendo torturados, o metendo em um local preso, porém, não os machuquei ainda.

Vi que a Norah colocou a mão no estômago, ela estava pálida, o lábios trêmulos, me aproximei dela e a segurei
— Você está bem?
—Não! Estou enjoada
— Vem comigo, vamos até a nossa suíte

Segurei minha esposa pela cintura e ela se apoiou em
mim, ao chagarmos na suíte, ela foi para o banheiro, fiquei esperando ela terminar suas necessidades. Quando ela retornou ao quarto, havia tomado um banho e trocado de roupa, porém usava uma camisola
— Você não vai até a fortaleza vestida com uma camisola
— Enrico, eu não estou me sentindo bem, por favor, não me faça ir até lá

Avaliei-a de cima a baixo, ela estava realmente pálida, no entanto, tenho absoluta certeza que está falando aquilo somente para ganhar tempo, decidi lhe dar esse tempo
— Muito bem baby, descance por algumas horas, mas não pense que se livrou, vou mandar a Silvia trazer algo para comer, a deixarei apenas por algumas horas, mas hoje mesmo eliminarei aquela corja, começando por aquele bebê e você virá comigo

Vi a expressão dela ficar alarmada, agora será a prova se ela aprendeu o que é ser minha esposa e pela sua face já sei que a noite que passou no quarto de cristal não a ensinou, vi seus lábios moverem-se trêmulos, ela vai pedir por eles, ouço sua voz amedrontada, em tom de súplica
— Por favor Enrico, não mate o bebê

Suspirei forte, eu sabia, por mais que ela tenha medo do que pode lhe acontecer, ainda insiste em
interceder, realmente ela é um anjo e nada que eu faça com ela muda essa essência. Vibro por dentro, eu gosto disso, ela me desafia, isso mostra que tem fibra. Será uma excelente mãe. Resolvi aproximar-se dele, ando em passos lentos, como uma pantera, ela fica seu olhar em mim sem desviar, ela está com medo, porém não recua, fica firme, mesmo sabendo que posso machucá-la se quiser. Chego perto o suficiente, levanto às mãos, ele se encolhe, pego em seu rosto com as duas mãos e a faço olhar para mim, eu um sussurro pergunto
— O que preciso fazer para te corromper?
— Nada, você jamais conseguirá tal façanha

Dou um sorriso seco, ela é corajosa, meu bichinho, poderia quebrá-la em mil pedacinhos, no entanto, apenas deslizei as mãos em seus cabelos e afastei-me,ouvi sua respiração de alívio. Andei até a porta e disse
— Sairei agora, quando voltar, esteja pronta

Sai e a deixei, tenho certeza que ela tentará alguma coisa para salvar o bebê, deixarei ela tentar, quero ver até onde vai.
Desci as escadas e ordenei para um dos meus soldados
— Vai até a cozinha e mande a empregada preparar o café da manhã para a senhora Falcon e diga para levar até o quarto.
— Sim Senhor

Segui para fora, já havia um carro me esperando, entrei e prosseguir para o hospital onde o Bruno está internado para lhe fazer uma visita e contar as novidades

Norah

Andava de um lado para o outro, minha cabeça não parava de pensar em uma solução para salvar a vida do bebê, se pelo menos soubesse onde eles estão iria até lá.
Uma batida na porta me faz dar um salto, ordeno que entre
— Senhora Falcon, trouxe café da manhã
— Obrigada Silvia, não queria incomodar
— No incômodo Senhora, Estou aqui para Servir

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!