Capítulo 40

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Segurem seus forninhos! A capa da Manuela que estreia dia 27/3 (QUARTA FEIRAAAAAAAAA e eu tô bem nervosa!) é assim:

Segurem seus forninhos! A capa da Manuela que estreia dia 27/3 (QUARTA FEIRAAAAAAAAA e eu tô bem nervosa!) é assim:

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Vou pôr os avisos antes porque as senhoras vão me xingar quando o capítulo acabar:

1. Amanhã, às 20H vai rolar uma Live no Insta @CamilaMarciano. As pessoas estão fazendo perguntas que eu vou responder lá, então, se você tem dúvidas, essa é a hora!

2. Já falei que Manuzínea vai ser lançado dia 27? Guarda a grana da coxinha e investe em mim!

Chega de falar.

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— Gabe, – Manuela me chamou quando já quase dormia – Gabi, levanta.

Não fomos para casa. Depois da minha festa no restaurante do Tio Digo, a gente foi para um motel. Finalmente, né? Fomos trepar no lugar que era feito para isso. Só para variar um pouco, Manuela quem adormeceu primeiro, não eu. Geralmente sou eu quem joga a toalha primeiro, mas Manuela estava há tempo demais fora de casa para a gente deixá-la dormir.

Mas, também, quando eu dormi, não tinha um cristo que me acordasse. Meu celular enfiado dentro da mochila gritava abafado e não me preocupei. Não estava devendo para ninguém e nem tinha um assunto importante para tratar. Por isso, ignorei as três primeiras vezes que ele tocou, mas, então, Manuela acordou e me chamou.

Cansados. Esgotados, eu diria. Não tinha mais um mililitro para escorrer, a fonte inteira seca, nós três dormíamos tão pesado, que o Rafa roncava. Ele só ronca quando está muito morto, eu sei, convivo, durmo e acordo com ele todos os dias.

Então me arrastei da cama para a mochila e jurei que era o despertador tocando errado. Só podia ser, pô, o que mais seria?

Mas então liguei a tela, xingando por ter sido acordado, e olhei o número que me ligava. De casa. De casa? Espera, qual casa, se a minha casa ocupava a mesma cama que eu? De casa. A casa do meu pai e da minha mãe.

Não deu tempo de atender, então liguei de volta. Minha mãe já tinha ligado antes, então jurei que só podia ser meu pai, e não sei porque liguei de volta. Só sei que liguei, memo que ele não merecesse. Liguei, e tocou até cair.

Sabe, as mulheres se gabam da intuição delas, homem não tem essas coisas. A gente só sente uma coisa esquisita na boca do estômago. Naquela hora, com o telefone pendurado na orelha, era isso que eu sentia. Um movimento ao contrário. Uma sensação de fim de mundo. Será que é possível? Liguei de novo. Ninguém atendeu.

— O que foi, hm? – Rafael me beijava os ombros, lento e pesado, rodando numa quilometragem diferente da minha, totalmente sensual – Por que não volta para a cama?

— Estão me ligando de casa.

— Qual casa? – Rafael também sabe que a casa dos meus pais não é mais a minha.

Para Sempre TrêsLeia esta história GRATUITAMENTE!