Capítulo 34

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Sem revisão

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Norah

Acordei lentamente, minha cabeça estava doendo, não havia dormido bem, despertei varias vezes a noite, pensando sentir a coleira, aquela dúvida se ele estava vivo ou não estava me deixando louca. Preciso saber. Levantei-me, segui para o banheiro e rapidamente fiz minha higiene. Vou até o restaurante do Nicko, pensei em fazer isso desde que cheguei em Nova York, mas sentia medo de confirmar que ele realmente morreu, porém agora eu preciso saber.

Me vesti ligeiro, peguei minha bolsa, sai do quarto, a senhora Moore estava na sala e com seu sorriso alegre falou:

— Bom dia minha querida, vai tomar café da manhã?
— Não senhora Moore, eu preciso ir a um lugar agora, eu sei que ele está vivo
— Está falando do seu noivo?
— Sim
— Ele morreu?
— Eu tenho certeza que não

Me aproximei dela e a abracei forte

— Ore por mim
— Que Deus te abençoe filha
— Obrigada Senhora Moore

Me abaixei e afaguei Algodão, não sei porque, senti um aperto no peito, como se não fosse voltar. Sem
olhar para trás, sai da casa e comecei a andar em passos firmes pela rua fria. Andei menos que dois quarteirões quando três SUVs preto pararam bloqueando a minha passagem, meu coração disparou, arregalei os olhos quando um dos homens desceu do primeiro carro e disse
— Nós acompanhe Senhorita, não grite, apenas entre no carro
Olhei a parte traseira que já estava aberto, eu não sabia o que fazer, se corria, gritava, entrava no carro. Muito nervosa perguntei
— Vocês são os homens do Enrico não são?
— Apenas entre no carro senhorita, não faça perguntas

Olhei para o homem, ele não me encarava diretamente, mantinha uma postura altiva e claramente estava armado, eu tive certeza naquela hora que ele era um dos homens do Enrico, então sem pensar duas vezes, entrei no carro, a porta fechou-se e sem que eu nem conseguisse afivelar o cinto, eles arrancaram. Eu estava com medo e ao mesmo tempo excitada, será que eles irão me levar até o Enrico?

Depois de um tempo, percebi que o carro seguia para o aeroporto, fiquei assustada, e o pânico só foi aumentado quando eles entraram em uma pista de pouse e havia um avião, não parecia um avião comercial. O homens abriram a porta para que eu saísse, desci e olhei a aeronave, com nó na garganta perguntei

— Vou ter que entrar no avião? Para onde estão me
levando
— Sim, por favor, embarque senhorita
— Eu preciso saber para onde estão me levando, é para o Enrico?
— Não complique as coisas senhorita,  não faça perguntas, apenas siga as instruções
— Eu preciso saber — Gritei
— Precisa manter-se calma, sairemos do país, é a única informação que estou autorizado a dar

Olhei em volta, tinha pelo menos meia dúzia de homens parecendo muralhas, mesmo se eu quisesse, não conseguiria escapar, sem opção, subi as escadas, entrei no interior e fui conduzida por uma tripulante uniformizado que me indicou o local. Eu estava muito nervosa, não conseguia nem admirar o local, tudo aquilo era muito assustador, parecia que estava sendo sequestrada e ao mesmo tempo não.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!