Capítulo 31

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Música na mídia
Don't wanna lose you (Não quero te perder) Lionel Richie. Tradução no final do capítulo.

Sem revisão

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Sem revisão

Norah

Não posso deixá-lo fazer mal a eles, tenho que convence-lo de algum jeito. Enrico votou a falar
— Faça com que eles acreditem que a Norah foi para lá, o local que eles combinaram, eu vou matar o grupinho de traidores de uma vez só
Percebi que a voz do Enrico estava cada vez mais próxima, eu fiquei paralisada, não sabia o que fazer. Ele entrou no quarto ainda com o celular na mão, seus olhos encontraram os meus, eu o olhava horrorizada, porém ele continuou inabalável, e complementou a fala.

— Volta a me ligar quando os amadores estiverem no local, agora tenho coisas mais importantes para fazer.

Enrico desligou o celular e me encarou, seus olhos eram como labaredas de fogo, eu engoli em seco, minha garganta estava fechada, eu tenho que impedi-lo de fazer aquilo. Ele aproximou-se de mim, seu corpo musculoso estava coberto por um robe de seda preto que logo foi ao chão, ele ficou completamente nu a minha frente, não conseguia respirar, não posso transar com ele sabendo que depois vai sair para matar meu irmão, a Nana e os outros.

— O que você ouviu?
— O suficiente — disse ofegante
A expressão dele não mudou, continuou me encarando com os olhos de desejo, ele subiu na cama, eu o fitava alarmada, respirando com dificuldade. Precisava falar, mas as palavras não saiam, estava apavorada. Enrico me abraçou e me trouxe para junto dele, as lágrimas de angústia escorreram em meu rosto, sinto seu hálito quente em meu pescoço, causando correntes de arrepios por todo o meu corpo.

Senti suas mãos deslizarem em minhas costas, seus lábios mordiscavam o lóbulo da minha orelha, meu corpo ficou rijo, eu não posso...
— Enrico, por favor, não faça mal a eles

Sem parar de me acariciar, Enrico falou em meu ouvido
— Não peça por eles amor — Ele falava com uma voz baixa, parecia que estava tentando se controlar
— Por favor... — Ele me cortou bruscamente
— Eu não quero perder o controle com você baby, não peça, se o fizer, não respondo por mim
— Ele é meu irmão — gritei em desespero
— Caralho!

Sem demora, ele pegou no meu pescoço, me estreitou entre a cabeceira da cama e o seu corpo musculoso, ele me apertava, senti seus dedos e aquela coleira se fechando, comecei a tentar me soltar dele, porém aqueles braços de aço não cediam. Quando pensei que iria perder os sentidos, ele me soltou, abriu as minhas pernas com violência e me penetrou, ele fazia aquilo para me punir, ouvia seus gemidos primitivo urgir de sua garganta, os movimentos do seus quadris eram frenéticos, enquanto ele fazia isso, minhas costas batiam na grade da cama.

Apesar dele está sendo violento, eu não sentia dor, incômodo e muito menos prazer, minha mente estava voltada para o que ele irá fazer com meu irmão, a Nana e os outros. Eu não posso deixar que ele os matem. Olhei para o lado e vasculhei com o olhar à procura de alguma coisa que pudesse usar contra ele, talvez o fazer perder os sentidos.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!