sinopse

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Ele me deixava louca, aqueles músculos contraídos, a respiração pesada e seus olhos me olhando com tanto desejo. Tudo nele me deixava louca, e era bizarro pensar que há tempos atrás, nada disso era assim.

Ele retirou suavemente a mão da minha nuca e parou nosso beijo para me olhar de novo. Os seus lábios estavam inchados e seu rosto sujo de batom vermelho. Ele ficava muito sexy daquela maneira.

Os olhos azuis dele brilharam naquele momento, quando mordi meu lábio inferior. Observei atenta a sua mão ir até os botões da camisa e começar a abrir, retirando ela naquele mesmo instante e me mostrando tudo o que ele tinha pra oferecer ao menos na parte de cima, e eu não sei se era porque tinha me apaixonado, ou se era verdade, aquilo tudo me pareceu suficiente para ficar excitada antes mesmo dele sequer me tocar direito.

A camisa dele foi parar no chão e em questão de segundo ele já estava me prensando novamente contra a parede fria de metal do elevador enguiçado e quase sem luz. A luz piscou e sumiu por alguns instantes. Esse pouco tempo no escuro foi o suficiente para que ele voltasse a me beijar com muito mais fervor do que antes e eu me delícias de com tudo o que seus lábios tinham a me oferecer e com o tanto de seu corpo exposto ao meu toque.

Passei minhas mãos por todas as partes do abdômen dele antes de colocá-las sobre seus ombros.
Ele aproveitou minha deixa e, ainda no escuro, colocou minha perna para cima na lateral do seu quadril, apertando forte a parte interna das minhas coxas. Naquela posição minha saia justa tinha subido tanto que já mostrava toda a minha calcinha e isso o deixava livre para fazer o que quisesse. Ele sabia disso.
Eu tremi quando sua mão grande foi subindo mais e mais até ficar a poucos centímetros da minha boceta. Ele apertou de leve uma das dobrinhas dela. Suspirei ainda com seus lábios nos meus. Senti sua respiração ficar mais acelerada e foi aí que percebi: ele estava tão louco quanto eu para fodermos naquele elevador.

Ha, se eu tivesse percebido isso antes...

Tirei minhas mãos do seu pescoço e rapidamente tirei minha camisa social. Eu só queria que ele me visse, me sentisse e me saboreasse. Ele teria tudo de mim, contanto que me desse tudo dele, e eu já tinha visto que ele estava disposto a se dar a mim.

Ele suspirou, me pegou no colo e me colocou no chão do elevador. As luzes ainda piscavam.

Era louco pensar que eu estava realmente a ponto de transar com o meu chefe. Dentro de um elevador, sozinhos num enorme prédio vazio.

Eu senti o piso frio nas minhas costas. Soltei o fecho do meu sutiã que ficava na frente e abri completamente minha caixinha de surpresa pra ele.

Seus beijos voltaram, dessa vez mais agressivos. Sua boca me puxava pelos lábios com força, ele mordiscava meu lábio inferior e sua língua adentrava minha boca feito louca, sedenta da minha língua. Pronta para dançarem em sincronia. Sua mãos desceu até minha saia e começou a fazer pequenos círculos antes de abrir o zíper lateral e retirar a penúltima peça de roupa que eu tinha. ouvi o barulho seco da saia batendo no chão metálico ao me lado. Seus beijos foram descendo de leve para meu pescoço e em seguida para meus peitos, o bico deles já estava totalmente em pé com a situação e minha calcinha estava encharcada e ele podia sentir isso enquanto sua mão roçava no tecido fino de renda.

Sua boca abocanhou meu peito e começou a chupar com desejo. Só queria que aquilo fosse minha boceta. Queria sentir a língua dele lambendo a entrada, lambuzando tudo ao redor e chupando com força meu ponto fraco. Ele continuou chupando enquanto apertava o outro com a mão livre. Uma de suas mãos continuava na minha calcinha, acariciando minha boceta.

Ele foi deixando chupões por todo meu peito e depois passou para o outro onde fez a mesma coisa, meus gemidos era a única coisa que se podia ouvir naquele elevador, batendo na paredes e voltando repetidas vezes. Eu gritava de prazer, gemendo o nome do único cara que já me deixou daquele jeito tão fácil.

Ele continuou descendo seus beijos pela minha barriga até chegar na barra da minha calcinha. Olhei para baixo e vi ele me encarando.

" Hoje eu vou fazer você gemer até ficar rouca, para você aprender a não desobedecer o seu chefe" ele rasgou minha calcinha nova vermelha, a última da liquidação que eu tinha comprado. Abriu minhas pernas dando caminho para sua boca encontrar minha boceta. Ele colocou um dos dedos dentro dela, eu continuei olhando para ele, sentindo todo meu corpo estremecer com o seu toque.
Seu sorriso maldoso antes de enterrar a língua dentro de mim foi o ápice.

"Ahhhhhn, caiooo"

Gemi forte enquanto a língua dele fazia trajetos loucos dentro de mim, sua boca sugava com força cada uma das minhas dobrinhas e suas mãos apertavam minhas coxas abrindo minhas pernas cada vez mais.

Sua boca contornou todo o meu grelo para em seguida capturar ele num grande chupão que deixou meu corpo tremendo. As ondas de prazer começaram a aumentar quando ele se levantou para tirar a calça. Ele acabava de tirar o cinto. Ele ia finalmente fazer o que tanto queria.

Eu finalmente ia ser comida pelo meu chefe. Fodida de um jeito que só ele consegue. Esfreguei meus dedos na minha boceta e passei na boca, fechando os olhos ao sentir seu corpo acariciando o meu e algo duro entre minha pernas.

Abri os olhos.

Levantei sobressaltada quando vi um cara moreno pelado com o pau duro perto de colocar em mim. Aquele não era e nem estava perto de ser. Merda, de novo uma daquelas fantasias.

Mandei o cara embora e deitei na minha cama, coloquei dois dedo dentro da minha boceta e vi que ela estava seca como o deserto. Foi brochante ver que aquele cara não era o Caio.

Comecei a me masturbar, imaginei Caio metendo em mim com força, empurrando cada vez mais seu pau em mim. Senti a dureza do seu pau como se ele realmente estivesse ali.
Adormeci após gozar numa fantasia louca com o meu chefe.

Afinal, não poderia mesmo ser verdade, ele nunca transaria num elevador com uma estranha como eu. Bom eu sou gostosa, safada, uma puta com nota dez, mas ele ainda não sabe disso. Quem dera ficasse sabendo...

Foi dormir naquela madrugada sabendo que assim que acordasse na manhã seguinte teria que ver ele e fantasiar com essa noite no elevador de novo e de novo e de novo.

Num Elevador ParadoWhere stories live. Discover now