Capítulo 21

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Sem revisão

Norah

Estamos seguindo para a suite, Enrico praticante me arrastava, no carro ele não falou nada, a cara dele fechada, eu não tinha coragem de falar, estava chocada ainda com o que ele fez com o rapaz. Estava com um nó na garganta, me sentido culpada por aquilo ter acontecido, para que fui beber aquela bebida? Meu estômago embrulhou. Quando Enrico saiu do elevador e me puxou pelos braços, eu precisava protestar, eu precisava me defender desse monstro.
— Enrico, por favor...  — Falei com voz chorosa
Ele não me ouviu, me jogou na cama com violência, eu caí como uma boneca, minha respiração estava acelerada, me levantei, sentei e me encolhi.

Enrico começou a se despir, minha respiração se entrecortou, meu medo era tanto que minhas pernas estavam moles, minha barriga doía. Eu precisava impedi-lo daquilo. Juntei as duas mãos e disse:
— Me desculpa, não faz isso, eu fui uma boba, uma estúpida...

— Cala a boca sua vagabunda!

O tapa veio com força, eu caí na cama, ele subiu em cima de mim e me pegou pelos cabelos, me encostou com violência na grade da cama.
— Não! — Falo chorando
— Você é uma puta mesmo, na primeira oportunidade que teve se jogou nos braços de outro, eu vou acabar com você, sua ordinária.

Ele começou a bater a minha cabeça na grade da cama com força, o ódio dele era tanto, que seus olhos estavam arregalados, as órbitas oculares pareciam que iriam soltar da cavidade. Em seu pescoço, as veias soltavam, ele estava vermelho e os músculos tensos, ele segurava meus cabelos com força, enquanto bateu três vezes com a minha cabeça na grade.

De repente ele me soltou com brusquidão, eu fiquei encostada à grade sem ousar me mover, a minha cabeça estava doendo, eu não sei se ele me machucou, eu não quero pensar naquele momento, eu só queria que ele acabasse logo com isso e me matasse. Ouço ele levantar-se da cama e ir a um canto do quarto, eu fico trêmula e chorando baixinho. Ele se aproxima de mim novamente e me olha, meu coração acelera, ele tem um copo na mão, em um gole bebe todo o líquido e joga o copo longe, escuto o barulho do vidro se quebrando em mil pedacinhos, dou um sobressalto, o olho assustada, ele se aproxima de mim e pega no meus rosto com as duas mãos e olhando dentro dos meus olhos fala:

— O que você tem que me deixa assim? Eu devia matá-la mas o que quero é amá-la.

Ele tomou a minha boca em um beijos avassalador,
seus lábios sensuais aprofundaram-se em um beijo com efeito devastador. Eu podia sentir o gosto do whiskey que ele havia acabado de beber. Ele liberou meus lábios e continuou traçando um caminho de beijos pela linha do pescoço, parando na base e subindo até a curva da orelha, ali ele parou e começou a falar com a voz sensual:
— Você é minha, só minha e nenhum homem te tocará a não ser eu, preciso ouvir da sua voz o quanto você é minha:
— Enrico, eu - eu - eu...
— Só diga que você é minha — ele falou alterado
— Eu sou sua
— Você é minha mulher?
— Sim, sou sua mulher

Ele tomou a minha boca novamente, abrindo-a, invadindo-a, meu corpo sucumbiu em uma sensação trêmula correspondendo a ele. Com uma das mãos, Enrico deslizou por minhas costas até o fim e parou; a outra acariciou um dos meus seios, moldando-o enquanto um polegar roçava o bico delicado sentindo-o crescer ao toque dele.

Com movimentos rápido, ele suspendeu meu vestido e tirou-o do meu corpo, seus dedos ágeis, começaram a explorar meu corpo até chegar a minha intimidade, ele massageava minha vagina me fazendo estremecer de desejo, ele parou de explorar e eu arfei de frustração. Enrico continuava me beijando com ardor cálido. Em um certo momento, ele agarra meus cabelos com afinco, eu faço uma expressão de dor, ele me olha com olhos de predador, famintos, és astutos, querendo me devorar.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!