Capítulo 19

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Sem Revisão

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Sem Revisão

Enrico

Meus olhos estreitaram-se enquanto observava Norah deitada em uma espreguiçadeira na varanda da suite, ela estava com um biquíni branco, aparentemente estava dormindo sob o sol que banhava seu corpo maravilhoso. Meus olhos percorreram aquele corpo delicioso e se detiveram nos lábios rosados, a vontade que me deu foi de esmagar aqueles lábios sob os meus, sorve-lós, mordê-los, devora-lós. Senti o latejar do sangue em minhas têmporas, queria demonstrar indiferença, frieza diante dela, porém aquele desejo crescente que impulsiona a humanidade desde os princípios do tempo me faz fervilhar, essa garota me deixa quente, sob o tecido da calça sinto o latejar firme e rijo se manifestando, é sempre assim com ela, meu pênis já que invadi-lá somente por olhá-la.

Me aproximo, minha boca salivando, doido para saborear aquele lábios deliciosa e aquela boceta rosada. Essa manhã a deixei para resolver alguns assuntos, traidores, adoro eliminar esses vermes. A traição é algo inaceitável no mundo da máfia, a sentença é a morte sem nenhum tipo de misericórdia. Isso serve para qualquer tipo de traição, inclusive infidelidade em um relacionamento amoroso. Meu corpo se enrijece ao pensar sobre isso. Que tipo de relacionamento eu tenho com a Norah? Eu sempre transei com mulheres experientes, somente para prazer, não me importava com quantos homens elas transavam, só me interessava que estivessem limpas e prontas para mim, por isso sempre preferi as prostitutas, porém com a Norah é diferente, se ela ousar se quer olhar para outro homem eu a mato.

Crispei os braços, só de imagina-lá com outro homem faz meu sangue ferver, um sentimento que nunca senti antes com relação a uma mulher me corrói por dentro, ciúmes. Fico tenso, contraio o maxilar, essa garotinha de olhos azuis está me fazendo sentir coisas que não combinam com um mafioso, poderoso e frio, queria sentir indiferença, olhá-la somente como mais uma foda gostosa.

Me aproximo dela irritado, vou ensiná-la algumas coisinhas para me dar prazer, é para isso que ela serve, me proporcionar prazer, quero me deleitar nesse corpo magnífico. Me abaixo próximo a espreguiçadeira, olho para o triângulo do  biquíni, ali entre as pernas dela está a fonte do meu prazer. Levo a minha mão até lá e acaricio, ela se move e fecha as pernas, aperto meus dedos com intensidade, ela abre os olhos e ao me ver se levanta rapidamente e senta na espreguiçadeira, fica me olhando com aqueles olhos hipnotizantes, assustados, sua respiração está acelerada, a olho com desejo, a boca entreaberta me convidando a invadi-la, não demorei a tomá-la, peguei em seu rosto e a beijei.

Aqueles lábios doces me deixa em estado de tensão sexual, minha irritação se dispersa, minha virilha contrai, meu pênis já está estourando nas calças, ela é deliciosa, tem o gosto do proibido, do puro, sei que já a tive varias vezes mas ela ainda me parece um anjo. Deito sobre ela ainda a beijando, ela suspira entre gemidos, eu apalpo seus seios, quero senti-los em minhas mãos, desato o nó do biquíni e os tiro, agarro seu seio e os apertos entre a mão. Ela geme, arfa o corpo.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!