Capítulo 13

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Ola leitores queridos,

Primeiro quero pedir desculpas pelo capítulo não ter saído no horário ontem, a escritora teve um momento de bloqueio, não estava conseguindo desenvolver o capítulo, mas graças às minhas amigas do grupo do Whatsapp que me ajudaram com dicas, eu saí do bloqueio e consegui concluir o capítulo. Espero que gostem!

Segue o capítulo


Sem Revisão

Norah

Chegamos no bordel, eu estava com fome mas não disse nada, não sei se terei todas as refeições do dia ou será restrito como era antes. As roupas que madame comprou chegarão mais tarde, ela só trouxe algumas lingeries e entre elas estava a lingerie branca que ele ordenou que eu vestisse hoje à noite, meu estômago revirou, eu não vou aguentar ser a prostituta dele, se eu tivesse como ir embora sem esse homem ir atrás de mim eu o faria sem pestanejar, porém sei que enquanto houver esse interesse por mim é impossível tal coisa. Suspirei desanimada, até quando vou aguentar isso? — Me pergunto.

Pensei no policial e fiquei com frio no estômago, eu não queria que ele tivesse me cumprimentado, isso é um problema, se um os seguranças do Enrico o viu, com certeza vai falar com ele e com certeza ele vai fazer alguma coisa comigo. Me arrepiei.

Entramos na boate, Madame falou:
— Vai para a Suite Senhorita Wood, preparar-se para receber o Senhor Falcon
— Madame, eu posso comer alguma coisa antes?
Ela me olhou de alto a baixo com aquela cara de poucos amigos e disse de maneira desdenhosa:
— Claro senhorita Wood, vou mandar o jantar para a suite, pode esperar lá.

Ela entendeu algumas bolsas para mim e disse:
— Toma, suas lingeries

Peguei as bolsas e não disse nada, subi as escadas e fui para a suite. Ao entrar, percebi que o quarto estava limpo, quem será que está limpando? Franzi a testa, pelo menos por um tempo, não vou ser escrava naquele lugar, só escrava sexual, não sei qual o pior. Sentei em uma das poltronas, sempre limpei aquela suite e nunca reparei nos detalhes, aquele quarto era sombrio, tudo escuro, não havia janelas, a iluminação vinha de abajures que mantinha o quarto sempre na penumbra. A mobília era escura, sofás de couro, tudo ali era compatível ao dono, aterrorizante e sombrio.

Pensei nas meninas que haviam morrido ali e meu coração acelerou, ele pode fazer a mesma coisa comigo quando se sentir enjoado e entediado. Me levantei em um salto, ele é horrível, eu preciso me livrar desse homem, preciso encontrar um jeito de fugir antes que ele me mate. Mas como fugir dele? Estou sendo vigiado 24 horas do dia. Não vejo uma solução. Continuo andando pelo quarto, eu tenho que encontrar uma saída.

Estava em meus desvanecidos quando escuto alguém bater na porta, resolvo mandar entrar
— Entra
A porta abriu-se e as gêmeas entraram, uma delas, a Olívia, estava com uma bandeja nas mãos e entrou primeiro, a Hortência veio logo atrás com varias bolsas nas mãos, elas entraram e ficaram olhado para mim, Olívia então, fala com deboche
— Trouxe seu jantar
Falo de maneira educada
— Obrigada
Escuto a porta fecha-se em um estrondo, elas ficam olhando para mim e Hortência fala:
— Você sabe Norah, essa Suite não tem câmera, por tanto, o Enrico não vai saber o que acontece aqui na ausência dele, a não ser que você conte e eu tenho certeza que você não vai falar nada, não é puta do chefe?
Hortência riu de maneira sarcástica, eu não disse nada, fiquei olhando para elas. Olívia então, anda até uma mesa e coloca a bandeja que está tampada, Hortência vai até próximo a cama e coloca as sacolas lá. Volta-se para mim e fala:
— Está pensando que você vai ter essa mordomia por muito tempo? Roupas de grife, dormir nessa suite, trepar com o chefe e comer do bom e do melhor. Está muito enganada, você jamais vai satisfazê-lo assim como nós fazemos. Ele adora trepar com a gente, nós duas juntas o faz ter muito prazer, aposto que ele já deve está se arrependendo de ter você na cama, uma estúpida magrela.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!