Capítulo 9

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Sem revisão

Enrico

Estou sentado em frente aos monitores que mostram a Norah em todos os ângulos, apesar da escuridão, as câmeras tem lentes especiais que me fazem veem a Norah perfeitamente, já se passaram 24 horas e ela está na mesma posição, vejo seu corpo nu encolhido no chão, trêmulo. Saboreio aquela imagem, olhar para ela naquela situação me faz vibrar por dentro, isso me deixa com muita tesão. Nunca senti nada igual, é algo que está me consumindo por dentro, é quente, desejável, é como fogo líquido nas veias. A luxúria, o prazer, a satisfação, a posse. Ela me pertence, ela é minha, cada centímetro do seu lindo corpo é meu.

Continuei contemplando-a através do monitor, está na hora de fazê-la tomar um banho e comer alguma coisa. Pego meu celular, controlo tudo no quarto negro através do celular. Aciono o botão que acende a luz, então um flesh muito forte foca em direção a Norah, ela se movimenta e leva as mãos aos olhos. Sua pele branca reluz ainda mais sobe a luz. Ela tenta se levantar mas tem muita dificuldade, porém consegue ficar sentada no chão recostada na pilastra com os joelhos dobrados, então eu aciono o alto-falante e digo:

— Você tem um minuto para ir até o banheiro fazer as necessidades e colocar a roupa que está lá.

Ela não se move, eu falo de novo
— O tempo está passando Norah, faça o que eu mandei
— Não, me mata logo por favor, eu não aguento mais
Contraio o maxilar, meus lábios se tornam uma linha fina, minhas narinas dilatam, a raiva cresce dentro de mim em proporções gigantesca, volto a falar praticamente rosnando
— Você tem vinte segundo Norah, faça o que digo agora!
— Não!

A desobediência dela me deixa processo, essa menina ainda não entendeu quem está no comando aqui, mas ela vai entender agora. Saio da sala de controle e vou em difração ao quarto negro, a distância entre os dois cômodos não é muita e logo, chego, rapidamente, abro a porta acionando um botão no celular. Entro no quarto que está totalmente escuro, somente o foco de luz ilumina a Norah, vou até ela em passos firmes que ecoam pelo cômodo, ela levanta a cabeça e olha para a direção do som, seus olhos azuis estão arregalados, é visível o medo dela, me delicio com isso.

Paro alguns metros do círculo e falo de maneira calma e suave, controlando a minha ira
— Vem aqui!
— Você está fora do limite — A ouço falar com voz vacilante, quase incompreensivo. Minha raiva controlada desaparece e grito em um estrondo:
— Vem aqui Porra!
Ela estremece, vejo que está apavorada, porém a pequena gazela ainda me desafia, ou ela realmente quer morrer ou ficou louca, a ouço falar aquela palavra que não deveria mais fazer parte do seu vocabulário
— Não!

Eu rosno e avanço em direção a ela, Norah se encolhe, eu chego perto rapidamente e lanço a minha mão e pego pelos seus cabelos, começo a puxa-la. Ela grita se dor e desespero, eu a puxo levando em direção ao banheiro. O som do seu choro me deixa em êxtase, eu gosto de senti-la em desespero. Abro a porta do banheiro com um ponta pé violento, ainda a arrastando  a faço entrar, vou até o box e ligo a ducha, então praticante eu lanço a Norah lá dentro, ela cai no chão e imediatamente se arrasta até um canto e encolhe as penas. Eu pego a esponja, coloco sabonete líquido e jogo em direção dela.
— Se ensaboe
Ela pega a esponja com mãos trêmulas e começa passar pelo corpo de forma desordenada, seus soluços são baixo, eu fico olhando para ela e sinto um desejo cresce dentro de mim, minha ereção se manifesta, puta merda, como quero comer essa garota, isso me deixa com raiva, eu nunca perco o controle, eu sou frio, implacável, mas aquela coisinha medrosa me deixa louco de tesão, preciso fode-lá agora.

Com a respiração alterada, me dispo com urgência, entro no box, eu estou furioso e vou fode-la sem piedade. A pego pelos cabelos novamente, ela grita de dor, a faço levantar e a encosto de encontro a parede do box, ela me olha assustada, os olhos arregalados, em meus olhos saem faíscas de raiva e ao mesmo tempo de desejo. Olho para aquela boca linda, trêmula, e não resisto a tomo em um beijo arrebatador. O beijo está de longe de ser um beijo casto, eu a devoro, cheio de luxúria. Enrosco minha língua na dela, ela não corresponde, mas não me importo, sua boca e tão doce, tão macia. Deixo a sua boca e exploro seu rosto, ela tem a pele tão sedosa, ela tem o cheiro mais inebriante, cheiro feminino.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!