Capítulo 7

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Sem revisão

Norah

Eu corria como louca, esbarrando nas pessoas, olhei para trás e vi dois homens de terno correndo atrás de mim, me desesperei e comecei a gritar:
— Alguém me ajuda, eles vão me matar
As pessoas me olhavam como se eu fosse louca, os homens atrás de mim gritaram:
— Ela é louca, alguém a segura
Eu estava cansada, minhas pernas já estavam fraca, eu já estava quase desistindo de continuar correndo, não consegui nem chegar a correr dois quarteirões. Quando já iria desistir, vi um policial, era a minha última esperança, olhei para trás e os seguranças andavam rápido, eles não estavam mais correndo, então sem pensar, praticamente me joguei nos braços do policial
— Me ajuda, eles vão me matar
O policial me segurou e começou a falar:
— Calma Senhorita, o que está acontecendo?
— Eles estão atrás de mim, eles vão me matar — Falava aquilo apontando para trás
O policial olhou para onde eu apontava e disse:
— Quem?
Eu olhei e não vi mais os homens, respirava com dificuldade, olhei para todas as pessoas que estavam ali e nem sinal dos dois homens de terno que estavam me seguindo, olhei em volta e já havia uma pequena multidão a nossa volta, eu então, tirei os óculos escuros e mostrei para o policial
— Eu fui agredida e violentada, me leva para a delegacia por favor, me deixa lá,me prende se for preciso mas não deixa ele me pegar.
— Calma Senhorita, eu vou te ajudar, me acompanhe por favor
O policial me levou até a viatura, abriu a porta dianteira e me fez sentar no local de passageiro, ele então, foi para o outro lado, sem entrar no carro, pegou um comunicador e falou:
— Viatura 1199, officer cooper falando.
Officer cooper, copiando
— Estou com uma ocorrência: moça aparentemente desorientada, com lesões visíveis pelo rosto e corpo, diz que foi agredida e violentada.
—  A mesma se encontra em perigo? Precisa de atendimento médico urgente?
Não aparenta precisar de atendimento médico emergencial, no entanto, está muito assustada e desorientada.
Traga-a para a NYDP, aqui faremos a avaliação do caso.
Copiado

Eu tremia, queria muito sair dali, o policial entrou na viatura e me perguntou:
— Tem alguma identificação Senhorita
—  Não
— Sabe o seu nome?
— Norah Wood
— Senhorita Wood, estarei te levando para o Departamento da Polícia, a senhorita não está sendo presa, apenas queremos lhe fazer algumas perguntas, entende?
— Sim
— Então afivela o cinto

O fiz imediatamente e o carro começou a movimentar-se com as sirenes ligadas. Respirei aliviada, pelo menos vão me ouvir.

Seguranças do Enrico

— O que vamos fazer agora?
— Vou comunicar o ocorrido ao Bruno. Puta que Pariu! Por que essa garota correu?  nos pegou de surpresa, o Bruno vai arrancar as nossas cabeças
— Liga logo, vamos enfrentar logo isso

Peguei o celular e fiz a chamada, no segundo toque, Bruno atendeu
— Senhor, temos um problema
— Fala logo
— É com a garota que nos mandou vigiar
— Porra! O que aconteceu, essa menina é coisa do Enrico, se algo aconteceu a ela vocês estão mortos
O segurança engoliu a seco, porém prosseguiu
— Ela fugiu Senhor, nos pegou desprevenido e correu pelas ruas, acabou encontrando um policial e e nesse momento deve está em um delegacia
— Puta que Pariu! Vocês estão Fodidos! Vai para o Bordel, eu vou tentar explicar a situação para o Enrico, porém se preparem para enfrentar o capeta.

Bruno desligou, eu e meu parceiro ficamos com o cu na mão, porém não podemos fugir, será pior, ele vai  nos caçar igual bicho e nos matar de qualquer maneira, temos mais chance de continuar vivos se voltarmos para o Bordel e torcer para que o Bruno apazigue a fúria do chefe.
— Vamos cara! Se eu pudesse mataria essa garota louca

Bruno

Pego o celular, estou nervoso, tenho certeza que o Enrico vai ficar muito puto e pelo o que conheço dele, vai haver mortes, vou tentar aliviar a cara dos seguranças, porém, já tenho quase certeza que a fuga dessa garota vai o deixar possesso.
Faço a ligação e Enrico atende
— O que foi Bruno?
—  Senhor Falcon, a algo que preciso lhe comunicar com urgência
— Prossiga
— A menina Norah ... — Dei uma pausa, já pude ouvir a respiração do Enrico ficar alertada
— Prossiga Porra!
— Ela fugiu, correu pelas ruas e um policial a socorreu, nessa momento está em uma delegacia.
— Onde estava a Porra dos seguranças? — ele fala com uma voz estrondosa
— A menina os pegou de surpresa, eles tentaram alcançá-la mas ela encontrou o policial no caminho...
— Sem desculpas, os seguranças já estão mortos. Vou entrar em contato com alguns amiguinhos meu da polícia e já resolvo isso.
— Sim Senhor
— Deixa os seguranças comigo, eu mesmo vou tratar deles
— Sim senhor

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!