Capítulo 6

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Ola queridos leitores, presentinho para vocês Mais um capítulo hoje. Enjoy!

Sem revisão

Enrico

Estou indo em direção ao escritório do bordel, quero saber tudo sobre essa garota e quem tem todas as respostas é a puta da Odete, eu vou matar esse desgraçada se essa menina não for o que diz ser, apenas a faxineira. Se ela admitiu uma puta aqui sem trenamento, vai morrer hoje.

Entro na sala e ela está lá, já passam das três da madrugada e a boate ainda está com alguns clientes. Sem perder tempo, já fui direto ao ponto

— Fale tudo sobre a garota
— Senhor Falcon, ela não o agradou? Eu sinto muito, ela realmente não era uma prostituta.
— Quem é ela?
— Ela se chama Norah e é a minha enteada, casei com o pai dela quando Norah tinha apenas 10 anos, seu pai morreu quando tinha 15 e ela ficou sob minha responsabilidade, ela trabalha como faxineira aqui para pagar a estadia, não tenho obrigação nenhuma de sustenta-la.

— Ela é filha do Holland, aquele desgraçado que morreu me devendo?
— Isso mesmo
— Puta que Pariu!
— Você a matou?

Olhei para a puta da Odete, meu ódio era tanto que queria matar alguém hoje, levei minha mão a cintura e tirei a arma, avancei pra cima da desgraçada, ela recuou assustada, os olhos arregalados de medo. Encostei o cano da arma na cabeça dela e falei:
— Presta bem atenção, a garota é minha exclusiva agora, se alguém tocar nela eu mato você e aquelas suas filhas, quero ela pronta para mim todas as noites, entendeu?
— Okay!
— Agora saí daqui antes que eu estoure seus miolos.
A mulher saiu imediatamente.

Sentei na cadeira da mesa, queria dá um tiro na cabeça dessa vaca, mas por enquanto vou precisar dela para ficar de olho na Norah para mim. Saboreei aquele nome como se tivesse tendo um orgasmo, que garota gostosa, puta que pariu! Nunca pensei em trepar com uma virgem, mas aquela boceta aperada me deixou alucinado, nunca senti tanto prazer! Vou foder esse ninfeta até me cansar dela.

— Norah — pronunciei seu nome com prazer. Um sentimento que nunca senti com relação a mulheres surgiu em mim como um soco, o sentimento de posse, ela é minha, somente minha, se alguém encostar nela eu vou matar.

Pego meu celular e faço uma chamada
— Bruno, vem aqui
— Sim Senhor

Bruno é meu segurança, ele anda sempre comigo para onde eu vou, é o único que eu confio cem por cento, ele já é um senhor, trabalhou para o meu pai e agora para mim. Escuto a batida na porta
— Entra — ordeno
Bruno entra e já fala:
— As suas ordens senhor
— Quero que instrua os seguranças daqui para que vigie cada passo de uma menina chamada Norah, ela é a enteada da Odete.
— Acho que já vi essa menina, ela limpa os quartos
— Isso, a vigie, cada passo, cada pessoa com quem ela falar, fora e dentro da casa.
— Eu acredito que ela não possa sair, sempre que estou aqui durante o dia, nunca a vi sair da casa.
— Hum!

Fiquei pensando sobre aquilo, provavelmente a Odete a mantém ali como prisioneira e a noite ela dave colocá-la em algum lugar trancada.

— Tudo bem Bruno, faça isso que ordenei.
— Sim senhor, com licença

Bruno saí e eu reclino na cadeira, há um mistério aí e eu vou desvendar, porém não estou muito preocupada com as condições da garota, se ela não pode sair da casa, melhor ainda, porém, não estou muito preocupado com isso, a única coisa que me interessa, é que ela esteja pronta para mim todas as noites. Só de pensar naquela boceja apertada, já sinto minha ereção, nunca senti nada igual por mulher nenhuma, fora que ela é toda natural, sem nenhum centímetro do corpo com silicone, seios lindo e naturais. Me reviro na cadeira, aquele porra está me incomodando, preciso foder de novo, até algumas horas atrás, procuraria uma das garotas e dava uma trepada rápida, mas agora, só quero foder a Norah.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!