Capítulo 5

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STOP 🛑 Se Você é sensível e violência sexual, recomendo não ler esse capítulo 🛑

Se você prosseguir lembre-se que isso é só uma ficção.

Sem Revisão

Norah

Eu olhava para a porta fixamente, meu coração acelerado, minhas penas mole, tenho que convence-lo que não sou uma prostituta, que sou apenas a faxineira.

A porta abriu e ele entrou, me olhou com seu olhar penetrante por alguns segundos, então ele fechou a porta com um estrondo e a trancou com a chave. Meus olhos arregalados acompanhar seus movimentos. Ele colocou a chave no bolso do sobretudo, em seguida, o tirou e jogou em uma cadeira, ele andou até proximo da cama e começou a se despir, eu estava paralisada olhando para ele. Então, não ele voltou-se para mim e perguntou de maneira rude
— Está fazendo o que parada aí?
Eu saio do meu transe e começo a falar gaguejando
— Senhor Falcon, eu não sou quem pensa que sou, não sou uma prostituta, foi tudo um engano, só coloquei essa roupa por curiosidade, porém sou apenas a faxineira.
Ele sem parar de despir-se, me olhou sem esboçar nenhum reação, nada, parecia que tudo que eu disse não surtiu efeito nenhum
— Era só o que faltava uma puta com síndrome de Cinderela. Vai tirar esse porra de lingerie ou quer que eu mesmo o arranque.

Meu Deus! ele não vai acreditar em mim, meu coração acelerou ainda mais, eu preciso fazer com que ele acredite, então juntei minhas mãos em súplica e me aproximei dele com voz chorosa falei:
— Senhor Falcon, precisa acreditar em mim, eu sou a faxineira, eu juro, pergunta para a Madame Remy, nunca fiz isso antes, acredita em mim Senhor Falcon, por favor.

Antes mesmo de eu ter qualquer reação, ele me deu uma bofetada no rosto e eu caí na cama como uma boneca, as lágrimas grossas começaram a descer pelo meu rosto, eu não acreditava que aquilo estava acontecendo, levei a mão ao local onde ele havia batido, minhas mãos trêmulas, eu chorava de soluçar.
— Tira a porra de lingerie agora sua puta, não tenho paciência, cala a boca e faz seu trabalho.

Comecei a me levantar da cama e sentei na mesma, ele já estava sem a camisa, só com uma camiseta preta e havia algo como um suspensório e coldres com armas, fiquei com os olhos arregalado olhando para ele, respirei fundo, eu ainda tinha esperança que ele me deixasse ir, então com muita dor e desespero, falei
— Eu sou virgem Senhor Falcon, eu nunca fiz isso, por favor acredite-me. O Senhor pode olhar nas câmeras de segurança, eu só limpo os quartos.

Ele me olhava como se eu fosse um inseto que ele podia esmagar somente com uma pisada. Ele simplesmente ignorou as minhas súplicas e começou a tirar as armas, meu coração acelerou, ele tirava as armas e colocava em cima do criado mudo sem desviar os olhos de mim. Eu estava com tanto medo que segurei a respiração, ele tirou quatro armas. Por fim, ele pegou um canivete e o abriu, me assustei, as lágrimas desciam soltas, eu só pensava que iria morrer naquele momento. Ele se aproximou de mim e encostou o canivete não meu rosto e disse:

— Se acha que vou acreditar nessa sua historinha de que é virgem inocente, você está muito enganada. É melhor fazer o seu trabalho, abrir essas pernas e parar de fantasiar. É pra isso que você foi feita, sua puta do caralho.

Ele começou a deslizar o canivete pelo meu rosto, deslisando pelo pescoço e descendo até os meus seios, sem me machucar, ali ele cortou o sutiã ao meio que imediatamente se abriu deixando meu seios à mostra. Levei as mãos até ele os tapando, respirava com dificuldade, ele continuou deslizando o canivete pelo meu corpo até a calcinha e fez a mesma coisa, cortou cada lado das tiras e a arrancou do meu corpo, eu me encolhi, tentando tapar a minha intimidade.

Ele então, afastou-se e terminou de despir-se. Quando estava completamente nu, eu fiquei olhando para seu físico com os olhos arregalados, nunca tinha visto um homem nu na minha vida e tão grande em todos os sentidos, engoli em seco, eu já não aguentava mais e resolvi lutar, se ele vai me matar então que o faça, mas não vou deixá-lo me violar. Em um impulso me levantei da cama e já estava pronta para correr, no entanto, antes de chegar a qualquer lugar, ele me agarrou com seus braços de aço, me jogou na cama e subiu em cima de mim, eu comecei a espernear, me contorcendo e tentando atingi-lo no rosto com as mãos.

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!