Capítulo 3

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Sem Revisão

Las Vegas

Enrico Falcon

Estou sentado em frente aos monitores de monitoramento de um dos meus casinos de luxo aqui em Las Vegas, olhando os golpistas, sempre tem um engraçadinho que tenta me roubar em meus casinos, eles ainda não conhecem quem manda aqui, adoro pegar esses espertinhos, eu mesmo cuido deles pessoalmente. Hoje será um prato cheio, é uma dupla, um homem e uma mulher, já estou de olho neles a alguns dias, já ganharam bastante dinheiro nas mesas de poker e nas roletas, ninguém tem tanta sorte assim, já, já vou acabar com a festinha deles. Olho para os meus homens e digo:
—  A mulher eu quero que vocês a espanque e estupre até a morte, o homem pode deixar comigo.

Levantei e eles me seguiram até o salão, vamos pega-lós discretamente. O salão estava cheio, muitos jogadores, assim que gosto, dinheiro rolando, muitas drogas para esses idiomas. Ando com meus homens e a multidão abre caminho, a maioria das pessoas já sabem quem eu sou, os que não sabem, já deduziam pelo meu porte e pelos homens que estão comigo. Chego até a roleta, as apostam param, eu olho sério para os dois trapaceiros, percebi que eles engoliram a seco, já sabem o que vai acontecer, eles olham a volta, percebem que o estão sem saída, eu com voz calma falo:
— Vocês dois poderiam nos acompanhar por favor — Falo isso de modo baixo, educadamente
— Para que? — O homem pergunta nervoso
— Vamos ter apenas uma conversinha
— É melhor a gente ir — disse a mulher
— Não compliquem, vamos fazer isso de forma civilizada — Eu falo sério

Eles então pegam as fichas que tinham ganhado e eu lodo digo:
— Deixa aí, o Dealer cuida para vocês
O homem ainda desconfiado, entregou as fichas para o Dealer, o homem que intermédia o jogo e nos seguiram. Estou os levando para uma área que é chamada de "dark death", morte negra., é uma sala de tortura criada somente para os trapaceiros. 

Andamos pelo corredor e descemos uma escada, meu segurança abriu uma porta, eu fiz o homem entrar, a mulher, os seguranças a seguraram e levaram par outra sala, ela começou a gritar e o homem tentou sair da sala para socorrê-la, porém um dos meus homens, deferiu um soco em seu rosto e ele caiu no chão, entrei na sala e fechei a porta, o homem já em desespero pergunta:
— O que vão fazer com ela?
— Deveria está preocupado com o que vou fazer com você
— Eu não fiz nada Senhor Falcon, eu só estava jogando
— Senta ali — disse apontando para uma cadeira em uma mesa. O homem levantou do chão e sentou, sentei em frente a ele.
— Fala qual é o esquema
— Não há esquema Senhor Falcon, eu juro
— Okay! Acho que você precisa de um incentivo para falar. Bruno, apresenta para ele a mesa do desespero.
Bruno, um do meus homens, saiu do canto onde estava e foi em direção ao homem, esse muito assustado começou a falar:
— O que vão fazer? Por favor Senhor Falcon, não tem esquema nenhum.
Bruno pegou o homem e o levou a força para uma mesa, o fez deitar e o amarrou com correias. Eu cheguei perto, olhei para ele e perguntei:
— Última chance para falar
— São só números Senhor, eu sou matemático e descobrir as sequências da roleta e do poker
— Hum, interessante, sabe eu também sou matemático, quer ver, você tem dois braços funcionando, vou quebrar um — Pego no braço do homem e começo a torcer até ouvir os ossos quebrando, o homem grita de dor e agonia, volto a falar:
— Agora só ficou um braço, porém, eu também vou quebrar o outro — Comecei a torcer o outro braço até ouvir os ossos quebrando, o homem gritava.
— Pronto, você tinha dois braços agora tem zero braço funcionando, matemática perfeita
Me afastei da mesa, o homem agoniza de dor, sem desviar meus olhos dele, dou a ordem ao Bruno
— Faça
Bruno, imediatamente se aproxima da mesa e pega um bisturi, faz um incisão na barriga do homem e começa a puxar suas Vísceras, prende em uma manivela. Eu vou até o homem e esse só grita de dor
— Isso é o que acontece a quem ousa a roubar Enrico Falcon
Pego a manivela e começo a girar, as tripas do homem vão saindo e enrolando em um varal de madeira, o grito de dor me deixa em êxtase, adoro ver a morte nos olhos das minhas vítimas. Quando me dou por satisfeito, paro, o homem ainda não morreu, chego perto dele e olho seu rosto, ele está com os olhos virados, como se tivesse delirando, estendo a mão para o Bruno e falo:
— Me dê o facão
Bruno pega uma faca enorme e eu sem piedade, corto a cabeça do homem que cai no chão, o sangue espirra para todos os lados, inclusive na minha roupa, devolvo a faca para o Bruno e digo:
— Detesto me sujar com o sangue dessa corja. Já sabe o que fazer com isso. Limpe essa sujeira

Sob o Jugo do Mafioso +18 concluído Leia esta história GRATUITAMENTE!