Capítulo 28

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              Meu estado estava uma merda, eu não sai no horário do almoço e estou direto fazendo esse demônio desse projeto. Quando eu terminei eu me ajoelhei no chão, agradecendo e se aquele filho de uma boa mãe reclamar já tenho uma arma para um crime. Me arrumo antes de sair da minha sala, solto o meu coque desarrumado. Saio da minha sala é aquela vaca não esta mais no posto dela, então vou direto a única sala que estava com a luz acesa. Vou até lá, bato na porta e escuto um entre. Abro a porta e vejo ele com a cara  enfiada no computador, ele levanta o rosto e me olha. Vou até a mesa e coloco o projeto na mesa.

Ryan: Mas já?- fala impressionado.

Eu: Sim.- digo curta e seca.

Ryan: Nossa poderia entregar até sexta.- começa a olhar o projeto e eu me apoio na parede.- Está muito bom.- vai até uma mesa e pega dois copos e um vinho.- Da safra de vinho branco de 2008 de Portugal. Aceita?- me viro pra ele.

Eu: Só vou aceitar, pois eu amo vinho, mas não é mais nada.

Ryan: Tudo bem.- me entrega o copo e eu bebo um gole e desce aquele gosto magnífico na minha boca.

Eu: Maravilhoso.

Ryan: Me desculpe pelo o meu ato de mais cedo, Aléxia.- fala o meu nome sem nenhuma formalidade.

Eu: Por que eu aceitaria o seu pedido de desculpa.- coloco o copo na mesa.

Ryan: Porque você vai ter que me aturar em um jantar no sábado, em um restaurante de comida japonesa.

"Que merda hein"- penso.

Eu: Então tchau.- não estava afim de ter outra discussão.

Ryan: Amanhã tire um dia de folga, eu percebi que você não saiu da sua sala nem para almoça.- pera está vindo aquele momento em que entro dentro do ovo, saio do ovo. Viado estou chocada.

Eu: Obrigada.- saio da sala dele, sem tentar mostra o choque na minha voz.

"Um dia de folga, uhuuuu um dia de maratona de série lá vou eu."- penso.

            Entro no elevador, coloco o meu fone de ouvido e começo a escutar a música Natural. Saio de lá e vou para a garagem. Como o meu irmão ia pra casa dele hoje, ele falou que não precisava ir comigo. Fui em direção ao meu carro e sinto que estou sendo observada, começo a olhar pros lados e não vejo ninguém. Pego a minha chave, na hora que eu ia aperta o botão para destrancar o carro a chave acaba caindo da minha mão. Abaixo para pegá, quando sou empurrada para o chão, olho pro olho da pessoa e dou um sorriso de lado.

Eu: Mexeu com a pessoa errada, meu amor.- dou uma cabeçada no rosto do homem que cai pro lado.- Quem é você?- pergunto apontando a arma na cabeça dele.

Homem: Não lhe devo satisfação.- num movimento tão rápido dele, eu estou em baixo dele e ele apontado a minha arma na minha cabeça.- Você tem sorte que não posso te matar agora, vadia?

Eu: E por que não me mataria? Você já está me matando com esse bafo de onça.- dou uma ajoelhada no ponto fraco dele, ele acaba soltando a arma e como eu percebi que ele é agiu em roubar as armas,  joguei a arma de baixo do meu carro.

Homem: Desgraçada.- me dá um soco na boca do estômago, na hora que ele ia me dá outro soco, alguém segura ele.

Jake: É melhor você para desgraçado, se não quiser ser preso agorinha mesmo.- o cara olha para o Jake, levanta de cima de mim e mete o pé.

Eu: Obri...- começo a tossir sangue.- Merda!- limpo a minha boca com o braço.

Jake: Vamos para um médico.- eu me levanto rápido, mesmo sentindo uma dorzinha.

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