Capítulo 14

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(Gabriel)

— Você tem sorte porque eu prometi que vai ser do jeito que você quiser. – Falei, entrando no quarto depois do Rafael, fechando a porta, indo atrás de uma Manuela que era só sorriso de maldade e nenhuma vergonha.

— É? – "Ain, Gabriel, mas não pode xingar o amor da gente". Mas daí eu chamo ela de quê? De mulher da minha vida? Eu chamaria sim, quando tô de bem até falo uma coisa dessas, mas quando ela provoca sabendo que vai dar ruim, não é de amor que eu chamo, não. – Por quê? O que você quer fazer comigo, Gabriel?

Nem falei nada. Na conversa essa menina sempre me levou no bico. Sabe que eu dou conversa até para mendigo bêbado e usa isso sempre contra mim. Rafael veio junto, beijo de três, a melhor coisa que já inventaram, Manuela desabotoando o meu jeans, o cheiro de colônia do Rafael, o cheiro do perfume dela, o gosto de bebida na boca de todo mundo e, de repente, minha camisa no chão. Vai saber quem foi que tirou, eu nunca presto atenção nisso.

Manu veio para cima de mim, me abraçando com as pernas, me tomando pela boca. Rafael veio atrás dela, empurrando a gente para a parede. Ele a segurava assim como eu, Manu nunca pesou muito, Rafael tirou o sutiã dela, lambia tudo o que via, eu me perdia na boca dela tão fácil, que não senti a mão do Rafael entre a gente, procurando o grelo dela por dentro da calcinha.

— Já tá melada, Amor? – O jeito como Rafael fala quando tá com tesão. Puta que pariu.

— Desde antes de subir. – Ela gemeu baixinho, os braços por cima do meu ombro, esmagada entre nós dois.

Rafael mexia nela e ela endireitava as costas, empinava a bunda. Rafael por trás e eu na frente, me dessem seis meses a mais, não fosse a primeira vez, você podia apostar que seria assim.

Rafael mexia nela, e ninguém tinha paciência. A enrolação ficou na pista de dança, lá embaixo. Ali em cima a gente só queria saber de meter ferro na boneca, até porque essa menina já me gastou em tudo o que podia, só provocando minha ruína.

Sorte minha é que eu não era o único. Qualquer um que conhecesse Rafael como eu conhecia, veria que ele só queria saber do mesmo que eu. E Manu, que não precisa conhecer para saber, só pelo jeito que gemia baixinho e como aceitava a nossa investida, entregava que, na verdade, nem ela aguentava mais o próprio doce.

— Eu já tirei o lacre da boca – Rafael falou comigo antes que Manu se empolgasse, porque eu nunca vi mulher tão facinha para gozar que nem ela – Tira o outro.

Sorrindo e feliz, ela saiu do meu colo. Tirei a camisinha da carteira, Rafael baixou meu zíper, Manuela rasgou o pacote, e eu coloquei. E, depois, subiu em mim de novo. Rafael apertou Manuela entre a gente ainda mais, a segurando pela bunda, afastando o fundo da calcinha da entrada dela.

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