II. Aᴄíᴅɪᴀ E Pɪᴄᴀʀᴅɪᴀ

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É feita de barro
E a assisto desmoronar
Acabo por deixá-la cair em pedaços
No espaço entre meu agir e meu pensar

Imagino que a posso salvar
Dos braços de um noturno estranho
Que com ôdor de morte em frasco de anjo
Deixa por onde pisa evidências
De que não nada mais humano que errar

Erro em erro que como pontos se conectam
Um belo bordado, um destino
Trocado por promessa
Feita a luz da lua e ao som de inocência
Esquece-se que também se perde quem a morte não vem pessoalmente buscar

Falarão em línguas, verdades ou mentiras
Todos da cidade
Todos na família
Confrontá-lo não mudará em nada
A sina traçada da rhalveh que
Foi
É
E dele sempre será

N. Kennett

Haresis DeaOnde as histórias ganham vida. Descobre agora