💔 Momento perfeito, menos para mim 💔

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Suba a bordo

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Suba a bordo

Vamos devagar e rápido

Luz e escuridão

Me segure forte e calmamente

Pillowtalk | ZAYN


Coloquei a roupa apressadamente. Quero dizer, o que tinha sobrado dela. Minha roupa íntima somente. Não tinha nem mesmo uma camisa de Lucca por perto para eu vestir, já que ele tinha deixado sua roupa no andar de cima.

Agora eu ia ter que ver sua mãe – minha sogra – com a maquiagem borrada e a pepeca assada depois de uma fodida astronômica. Meu Deus, eu já podia sentir o olhar de julgamento sobre mim sem nem mesmo fazer esforço para pensar mais que dois minutos.

Lucca foi até o lavabo do escritório e voltou com toalhas de papel e me ajudou a me limpar enquanto ele mesmo se vestia. Seu olhar ainda devorando minhas emoções enquanto eu já tinha roído minhas unhas.

Coloquei um sorriso no rosto depois que Lucca se ofereceu para ficar apenas de cueca e me entregou a calça. Porém, não aceitei. Ia ser ainda mais ridículo. Respirei fundo, fechei os olhos, contei até três, e abrimos a porta para encontrar a mãe dele no outro lado da porta.

Eu tinha imaginado que a mãe de Lucca seria uma mulher estilo severa. Com um nariz afinado por plástica e um bronzeado alaranjado artificial. Não sei por que sempre imaginei que todas as senhoras ricas se pareceriam muito com minha mãe. Até já tinha imaginado o seu estilo a lá Cruella de Vil com um casaco de peles fenomenal.

Ainda bem que ela não estava usando, por que vi uns vídeos nada bonitinhos de como eles são fabricados e chorei litros.

A mulher me surpreendeu de diversa maneiras. Primeiro, por que não era nem um pouco parecida com a caricatura na minha cabeça. Nem em seu jeito de rica metida, nem em sua aparência cruel, nem em seu jeito de quem estaria zangada por eu ter dado a pepeca para seu filho em pleno jantar beneficente arruinado por mim mesma.

Ela estava usando um vestido simples, tubinho de um tom de verde bem pálido, um cintinho apertava sua cintura que não era tão perfeita assim, tinha suas gordurinhas fofas, e um salto alto de bico redondo cor de pele. Deus, ela era tão doce que eu estava babando de olhar para ela.

Seu cabelo era da cor do de Lucca, um tom castanho dourado, e seu jeito, com o qual me olhou, não era o de quem estava brava por eu ter destruído o jantar, graças a Deus, era o de quem estava se divertindo pela aventura do filho. Seu olhar era tão bonito, da cor do de Lucca, que eu acho que babei por que só eu tive o azar de não entrar na fila do olho bonito quando fui criada.

— Você deve ser a Ingrid Mayer, meu filho me falou bastante de você.

— Não é verdade nada do que esse desbocado falou não hein.

INGRID MAYERLeia esta história GRATUITAMENTE!