Nicholas, um jovem de 19 anos, mora com sua mãe e irmã numa cidade americana chamada Gâmbia. Há 4 anos ele perdeu seu pai, um bombeiro bastante conhecido, num desabamento de um prédio. Desde então, o garoto tem se esforçado pra ajudar a manter a cas...
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Olá! Meu nome é Nicholas, mas geralmente me chamam de Nick (um apelido bem clichê que eu gosto bastante). Tenho 19 anos, curso Publicidade na Universidade Liberty. Moro com minha mãe, Elizabeth, e minha irmã, Merida.
Desde quando meu pai, que era bombeiro, morreu num desabamento, há 4 anos, tenho me dedicado ao máximo pra fazê -las felizes. Por isso, além da faculdade, trabalho na lanchonete do Joe, pai do meu melhor amigo Charlie.
Merida era a mais próxima do meu pai, então foi a que mais sofreu com a perda. Entretanto, minha mãe o amava muito e acabou entrando numa depressão a qual luta todos os dias.
Sobre minha vida amorosa, tenho muito o que falar, mas no resumo, posso dizer que Charlie teve grande importância. Por causa de um bendito jogo de "Verdade ou Desafio" (E que jogo!), aos 13 anos de idade me descobri bissexual. Sim! Meu primeiro beijo com um cara foi com meu melhor amigo. O engraçado foi que só existiam nós dois de meninos na roda de um monte de meninas (hahaha)
Tive apenas 2 namoros na minha vida e todos foram com garotas. O último foi terminado antes do fim do colegial. E não, não tenho vergonha de namorar um garoto. É apenas a química que não colou. E isso até já quase aconteceu uma vez, no ano passado, com um garoto chamado Enzo, que nem gosto de comentar. No geral, ele era muito galinha e me machucou de certa maneira.
Charlie, por sua vez, viveu grande parte da sua vida se declarando como bissexual, mas, recentemente, se assumiu gay. Sobre esses assuntos, apenas poucas pessoas sabem, pois eu tenho medo de a minha mãe piorar e minha irmã não querer falar comigo e Charlie tem medo de o seu pai fazer alguma coisa se ele se revelar. Parece uma besteira, ainda mais que já somos maiores de idade, porém achamos necessário manter assim.
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Prazer! Merida aqui. Acabei de completar 18 anos, mas sempre mantive minha cabeça no lugar. Terminei o colegial ano passado e ainda aguardo a confirmação das Universidades as quais me inscrevi ou prestei concurso. Quero fazer Direito, um sonho que tenho desde criança.
Eu me abalei bastante com a morte do meu pai. Ele era meu grande amigo, meu companheiro de todas as horas. Agradeço muito ao meu irmão por sempre prestar apoio e por isso consegui me reerguer. Sei que meu herói continua no meu coração e nas boas lembranças.