👄 História para contar para os netos 👄

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Eu posso ver em seus olhos

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Eu posso ver em seus olhos

Porque eles nunca mentem pra mim

Eu posso sentir o seu corpo tremer

E o calor entre suas pernas

Você tem medo do amor e do que ele te causou

Você não precisa fugir, eu sei o que você passou

I Feel It Coming (feat. Daft Punk) | The Weeknd


Minhas mãos pararam em seu pescoço enquanto eu sorria contra sua boca. Suas próprias mãos pararam em minha cintura enquanto eu só consegui sorrir contra sua boca. Sorrir da forma que o senti pronto.

Nossas bocas se encontraram com fúria e ele me levou até a mesa de trabalho que seu chefe coroa nem suspeitava que estava prestes a ser corrompida.

— Então quer que eu a foda com força?

— Sim, me f0d3 violento... – Sorriu contra minha boca enquanto suas mãos, apressadamente, tiravam meus shorts. Eu devia mesmo ter acabado com a paciência do rapaz, por que enquanto ele se livrava de tudo o que me cobria, eu conseguia apenas sentir todas as faíscas que pareciam acontecer no atrito causado entre nossas peles.

Apoiei meus braços atrás de mim depois que ele retirou minha blusa. Era injusto que apenas eu estivesse sendo despida e ele continuasse cobrindo o seu corpo de mim. Eu queria vê-lo, queria saber se ele realmente era tão bonito debaixo das roupas quanto eu imaginava. Queria saber se realmente estava deixando-o louco como ele estava deixando a mim também.

Sua boca deixou encontrou a minha outra vez, sedenta, mas logo deslizou para se aventurar por meu queixo, numa mordida leve, pelo meu pescoço e então em meus seios outra vez. Sua boca criada especialmente para que eles se encaixassem em sua boca. Sua língua feita especialmente para brincar com meus piercings antes de abocanhar meu seio outra vez.

Suas mãos apertando um enquanto eu me inclinava para oferecê-los uma de cada vez para que nenhum se sentisse solitário por muito tempo. Sua boca rude e deliciosa me rasgando com seus dentes brancos sempre que deixava uma mordida.

Era uma cena difícil demais de encarar de olhos abertos, mas era sensual demais para não ficar observando. Sua língua deslizou ainda mais pelo meu corpo, mordendo minha cintura e só parando para que suas mãos tivessem tempo de retirar minha calcinha:

— Ergue essa bunda, deixa eu ver essa b0c3t4...

Disse com uma voz rouca e profundamente sensual enquanto se livrava de minha calcinha que era um shortinho preto com caveirinhas estampadas. Então sorriu gostosamente, baixinho, um olhar malvado no rosto viu a tatuagem de pimentinha que eu tinha no meu monte de vênus, um pouco para a direita.

INGRID MAYERLeia esta história GRATUITAMENTE!