😇 O bonzinho e a malvada 😈

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Luta por mim, desiste não

E lembra do que eu disse, então

Amar é muito melhor que ter razão

Me Beija Com Raiva | Jão


Acordei com um mau-humor danado. Minha cabeça estava doendo de leve e o meu sorriso não seria tão brilhante, quanto a minha Sensodyne Extra Branqueamento prometia, enquanto eu não tomasse café.

Eu até tinha esquecido completamente de Lucca no sofá da sala até que cheguei à altura da cozinha e o peguei apenas de calça jeans procurando o que quer que fosse nos armários da cozinha.

— O que está fazendo? – Perguntei quando ele não me notou de imediato.

— Estou fazendo panquecas para você.

— Hum... Panquecas é? Que prendado.

— Sim. Quer café? Tomei a liberdade de preparar tudo. Não sou acostumado a acordar tarde e também não queria ter que te acordar.

— Ah! Me dá!

Lucca me serviu com um sorriso e eu tomei meu líquido precioso sentindo cada partícula de mim acordando devagar. Amo café, amo panquecas, amo mais ainda sabendo que esse homem com o tronco nu foi que tinha feito.

Meu mau humor estava indo embora devagarzinho e eu já podia dar adeus a minha cara de cu pela manhã. Eu era assim mesmo. Não era muito bonita ao acordar, nem quando estava com fome. Especialmente quando estava desejando café.

— O que está pensando? – Lucca perguntou quando despejou as panquecas sobre um prato e olhou bem meu rosto. Meu cabelo estava para o alto, num coque. Felizmente eu tinha tirado a maquiagem antes de dormir, outrossim estaria uma verdadeira confusão.

Observei seus olhos com cuidado.

Verdes, eles eram definitivamente verdes.

— Estava pensando que hoje não estou com uma cara de cu.

— Aprecio sua sinceridade. – Disse sorrindo e sacudindo a cabeça de leve – Eu já imaginava que devia acordar mal-humorada pela manhã. E linda também.

Lucca mesmo sentou-se depois de pegar calda-de-chocolate na geladeira.

— Foi a única coisa que encontrei para colocar nas panquecas.

— Está de bom tamanho. Você gosta de chocolate, né? Posso pedir para o porteiro comprar melado para mim rapidinho.

— Não se preocupe. Vou ficar bem.

Comemos um pouco inquietos. Eu geralmente não deixava que os caras com quem eu saia ficassem até o amanhecer. Estava sendo diferente. Tranquilo e bom. Como deveria ser. Nada de cobranças, reclamações, ciúmes, muito menos calcinhas encontradas no porta-luvas de veículos como foi com Chad.

INGRID MAYERLeia esta história GRATUITAMENTE!