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JUSTIN P.O.V

Eu mutei a chamada, e corri com Emilly e Theo para casa de Ryan, ele era policial agora e eu sabia que ele me ajudaria mais que a alguém desconhecido na delegacia.
Emilly ligou pra ele a meu pedido antes de chegarmos e ele já nos esperava na entrada.
Desci do carro e dei o celular na mão dele, ele ainda vestindo sua farda correu até o computador mais próximo e começou a tentar rastrear o celular dela.

-Vocês sabem o email que ela usa no celular? Só preciso de mais isso pra ver se vai dar certo!- ele disse concentrado.

-Eu sei!- Emilly disse e se sentou ao lado dele, e eles continuaram a tentar.

Eu estava angustiado, não parava de andar só queria chorar, essa garota é o amor da minha vida, ela faz de mim o que eu sou, e só de pensar em viver um mundo sem ela eu me desespero.
Eu prometi que a acharia e eu vou!

Enquanto eles procuravam pudemos ouvir Matthew entrando no quarto pelo celular.

"Se você tivesse pego esse celular não estaria comigo, sei que quer estar comigo, você é minha, nem que morra essa noite pra isso"
"Tire as mãos de mim" ela gritou.

Eu me vi chorando, ele não pode tocar nela, minha garotinha!

-Ryan pelo amor de Deus, faz isso logo!- disse em pânico.

-PRONTO!- ele gritou exasperado. -Achei eles, e com o que acabei de ouvir, posso chamar reforços, fiquem aqui e me esperem voltar com ela!

-Eu vou junto!- eu disse.

-Eu também!- Emilly e Theo disseram em sequência.

-Não podem, é a vida de vocês que pode estar em risco, não posso levar os três!- ele disse.

-POR QUE NÃO?- Theo gritou.

-Isso é um caso de risco, não sabemos como vai ser! Não posso proteger os três!- ele disse.

-Eu tenho que ir!- disse em desespero e ele percebeu que eu não desistiria.

Emilly me olhou e assentiu.

-Eu liguei para meus pais, tenho que dar noticias e acalmar eles, vou até eles!-Theo disse.

-Eu vou para casa!- Emilly disse mas estranhei o tom em sua voz.

Saímos dali e eu fui com ele enquanto Emy e Theo seguiram seus caminhos.

Ouvi ele chamando reforços e contando tudo enquanto só rezava pra ele não ter feito nada com ela com lágrimas nos olhos.

Demorou mais do parecia pra mim, mas chegamos ao local, paramos distante, era uma rua cheia de balcões. Apenas um com uma luz acessa, era nesse que eles estavam. Meu impulso me fez correr para lá, mas Ryan correu e me segurou.

-Temos que esperar!- ele disse como ordem.

-É minha namorada lá, cada segundo conta pra um ato terrível Ryan!

Eu nunca estive tão desesperado.

"Reforço rápido, estou entrando no local de sequestro" ele disse no rádio e eu sabia que meu desespero o fez pensar, tinha que ser agora.

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