Capítulo 35

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Boa noite Amorecos... vamos de capitulo? Não vou ficar me justificando ok? rss... apenas desculpem pela demora.... teremos dois capítulos hoje, para compensar a demora... Beijokas.... Amo vocês!

 Ahhh... deixei esse vídeo aleatório apenas para divulgar esse dorama lindo...já disse a vocês que sou louca por doramas? Sabem o que são doramas?  Deixem aqui nos comentários se conhecem ou não, se conhecem, quais já assistiram, se não, gostaria de conhecer? Vamos interagir.... sem esquecer de que devem me dizer o que acharam do capitulo, prometo responder todos.... Agora fui.... daqui uma hora postarei o outro capitulo ok?




Juliana.

Anteriormente...

— Ele é seu filho. E você vai descobrir como é ser mãe do garoto mais incrível deste mundo. Vai descobrir que não existe sentimento maior que este. Amor incondicional.

Eu estava um turbilhão de sentimentos. Viver aqueles momentos ainda que fossem apenas por fotos tinham me deixado no chão. Sentia meu coração acelerado e a impressão que eu tinha é que ele estava na minha cabeça a fazendo latejar de forma incessante. Era uma mistura de tristeza pelo que não vivi e uma emoção de poder conhecer e ver todo o crescimento do meu filho.

Ouvir de Hugo a frase "Ele é seu filho" Abalou a estrutura do muro que criei para vir a este encontro. Não por ser uma pessoa fraca, ou manipulável. A questão é que eu o amo e isso é incontestável. Ele havia sim me decepcionado com sua atitude quando descobriu quem eu era de fato, jogou toda a sua revolta para cima de mim e me disse coisas que eu sinceramente não precisava ter ouvido. Mas naquele momento eu o encarei e o fato de ele me dizer que Yago era meu filho aqueceu meu coração. Seu dedo passou em meus lábios eu pude sentir todo o meu sangue circulando em meu corpo de forma violenta.

Remexi-me na cadeira procurando disfarçar o quanto me sentia totalmente entregue a qualquer toque que vinha dele.

— Hugo... eu ...

— Eu sei... não está pronta. Não quero pressionar você. Apenas não resisti, estou morrendo de saudades de... Ok. Parei. — ele ergueu as mãos em rendição. Agradeci mentalmente.

Ele se voltou para a cadeira ao lado onde os álbuns que eu tinha acabado de ver estavam e pegou um Cd e o colocou sobre a mesa. Em sua capa estava escrito: " Niver Yago 1 ano"

Encarei aquele CD e o voltei meus olhos para ele.

— Quero que veja em sua casa. Fique o tempo que precisar. Tem também alguns momentos que achamos importantes.

— Se importaria de irmos embora então? — Foi o que eu quis saber já com o Cd em minhas mãos.

— Claro que não me importo. — Ele pediu a conta.

Fiquei do lado de fora o esperando. Assim que atravessou a porta olhou ao redor e depois voltou seus olhos para mim.

— Onde está seu carro?

— Não vim de carro. Vim andando, queria respirar um pouco.

— Então vem! Vou te deixar em casa. — Pegou minha mão e me puxou em direção ao seu carro.

Puxei minha mão e o impedi de continuar.

— Não vou entrar no seu carro. Ainda é cedo, vou andando e não precisa me acompanhar,

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