¤ Capítulo 14 ¤

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Sua mente era uma bagunça, e por várias vezes duvidou da sua própria sanidade.

Sua mente era uma bagunça, e por várias vezes duvidou da sua própria sanidade

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¤ Capítulo 14 ¤      

Ana estava tendo uma semana normal, quer dizer, normal o bastante para alguém que está recomeçando a viver na sociedade do país.

Uma semana se passou desde o ocorrido com a Mulher do Parto. Não teve muita sorte em descobrir coisas. Christian e os outros mantinham segredo em tudo, era como eles dizem "é sigiloso".

A morena queria quebrar a cara de quem inventou aquela palavra!

Bom, pelo menos eles lhe contaram que a Mulher do Parto se chamava Mariana Person. A garota  sobre ela na internet, e não achou absolutamente nada, então decidiu largar o computador e fazer algo útil na vida.

Tipo comer.

A garota também conseguiu fazer contato com Elizabeth Sullivan, a mulher era irmã do pai de Teddy - e a garota nunca havia a visto se não no tribunal quando tentou ficar com a guarda do menino depois que o irmão morreu.

Aquilo foi uma coisa que Ana nunca entendeu.

Por que a mulher iria querer ficar com uma criança que nunca vira na vida?

A morena não teve muito sucesso com Elizabeth, a mulher era irredutível e não ia deixar Teddy tão fácil. E aquela era outra questão para Ana. Talvez se ela visse que Theodore estava bem e feliz, ela não iria tentar nada. Mas ela não sabia. Uma semana inteira ligando e Teddy nunca "estava em casa". Ana se perguntou se mesmo se - um grande se aqui - conseguisse ficar com o menino no final de tudo, conseguiria cuidar dele.

Deus, como sua vida ficou daquele jeito?

Seu telefone tocou às três horas da tarde. Ela estava conversando com a diretora da Universidade Juilliard sobre sua bolsa de estudos. A mulher dizia o quanto esperou por sua ligação no ano passado, e que depois do ocorrido com sua mãe entendeu perfeitamente, e que sua bolsa estava reservada desde que se inscreveu e blá blá blá. Foi um alívio seu celular ter tocado. Às vezes cansa conversar com adultos, mas contando com o fato de a morena não ter conversado com muitos adultos no último ano, ela relevava.

— Me desculpe, eu vou precisar desligar. É o meu celular... É muito importantes essa ligação - a morena murmurou.

— Ah, é claro. Então... Nos vemos amanhã, certo? - a diretora perguntou.

— Sim. Amanhã. Até mais.

Ana colocou o telefone no guincho e deslizou o telefone verde da tela do seu celular.

— Você descobriu alguma coisa? - perguntou assim que atendeu.

— Oi para você também - Elliot disse.

Sequestrada - Número 1970Leia esta história GRATUITAMENTE!