Capitulo 62

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BIA NARRANDO

__ Veada me ajuda a receber os convidados - dou um puxão no braço do Ramon

__ Não sou a dona da festa querida, cadê a vaca principal? - ele diz e vira seu copo de vodka com energético

__ Foi se resolver com o meu irmão - digo bebendo minha Corona

__ Mana, tu acha que ela vai contar? - diz me olhando seriamente

__ Tomara né, assim pelo menos eles ficam juntos - ele não diz nada só assenti e sai pra receber os convidados enquanto eu vou atrás da dona Lívia pra comer

FIM DA NARRAÇÃO

MANUELA NARRANDO

__ Bruno, a gente precisa entrar, chega de beijos por favor - digo segurando seu rosto com delicadeza

__ Po Manuela, agora que o garoto tava acordadão - diz apontando pro seu pênis ereto, me aproximo do seu ouvido e sussurro

__ Se merecer, ele vai ganhar recompensa - dou uma mordidinha no seu ouvido

__ Então ele merece agora, vamos mandar esses morto de fome embora pra gente aproveita o resto da noite - diz ligando o alarme do carro, segura na minha mão e entramos em casa.

***

__ Boa noite princesa da mãe - digo beijando sua testa

__ Boa noite mamãe - boceja - mamãe feliz anivesalio

__ Obrigada princesa, mamãe te ama muito - levanto bem devagar da sua cama, caminho na ponta do pé, fecho a porta, e vou pra sala ajudar esse povo termina a limpeza

__ VAI SUA BICHA DOS INFERNOS TERMINA DE PASSAR O PANO DEMÔNIO - diz a Bia gritando com o Ramon

__ PASSA VOCÊ SUA MAL AMADA - diz empurrando o rodo com pano pra cima da mesma

__ dá pra vocês dois parar de gritar que tem uma criança pequena dormindo? - digo pegando o rodo do chão - vai Ramon acha que é só encher o cu de cachaça? Vai limpar sim, anda logo

__ Toma seu otário - diz a Bia mostrando o dedo do meio

__ E você dona Bia, trate de jogar os lixos lá fora vai - digo dando um leve empurrão nela, só vejo a mesma bufando e recolhendo os lixo.

Organizo a sala, depois vou para a cozinha, gente eu estou só o pó da rabiola, estou bem cansada, confesso, mais valeu a pena, foi o melhor aniversário que alguém poderia ter, depois de ter organizado minha humilde residência, subo pra tomar um banho, deixo a água cair sobre o meu corpo, me fazendo relaxar, depois do meu longo banho, coloco uma camisola transparente, o Ramon já capotou no quarto da Lívia, Bia foi pra casa do Pedro, e o Bruno? Você sabe? Nem eu, sumiu no final da festa, mais tá bom, não conseguiria fazer nada hoje mesmo, preciso de uma noite de sono sem interrupções.

Caminho até a cozinha, tiro um pedaço do bolo, coloco no prato, pego uma colher, abro uma coca-cola, pego meu copo de unicórnio que eu amo, coloco um pouco no meu copo, pego o mesmo e meu prato, vou até a sala, começo a comer, eu não sei se a madrugada foi feita pra pensar ou pra chorar, só que a minha está me fazendo pensar, pensar em coisas que deveria já ter esquecido a muito tempo

FlashBlack on
__ Volta aqui sua piranha, você não quer bolo? Você vai comer bolo - ele pega o bolo que fiz com tanto amor e joga na minha cara
__ Thiago, por favor, hoje não - digo chorando e tentando cobrir meu rosto
__ Achei que a piranha queria comemorar o aniversário, o que foi? Não venho seus machos pra cá - ele agarra no meu cabelo e vai me puxando pro quarto
__ Thiago, por favor não - começo a me debater mais é em vão, fechei meus olhos porque já sabia o que me esperava, ele abriu minhas pernas e eu pude sentir ele entrando dentro de mim, me machucando e enfiando sem dó ou pena
__ GEME SUA VAGABUNDA - ele batia na minha cara, gritava no meu rosto e eu sentia aquele bafo de álcool
__ Thiago, para, tá me machucando - digo chorando, mais ele coloca a mão na minha boca, me impedindo de gritar ou falar
FlashBlack off

__ MANUELA - ele me chacoalha - acorda fia ta sonhando acordada? - olho pra trás

__ Bruno, que susto, eu não estava sonhando, só, só - não consigo termina a minha fala

__ Tá devendo fia? Você só o que Manuela? - diz segurando meu rosto, eu estava tão sensível, essas memórias tão vivas dentro de mim, sentei em seu colo, o abracei e comecei a chorar

__ Bruno, ele, ele me fez muito mal, Bruno, nunca mais me deixa por favor - afundo meu rosto em seu ombro

__ Ele já morreu Manu - ele alisa meus cabelos - vamos dormi, prometo não te comer HOJE - balanço a cabeça negativamente, mesmo assim ele me pega no colo e me leva pro quarto, decidimos não falar nisso, pelo menos não hoje, ele desliga a luz, volta pra cama e me abraça

__ Loira ninguém vai te fazer mal, eu prometo - ele beija minha testa, não demora muito e eu apago.

FIM DA NARRAÇÃO

A Escolha Errada 2 [ MORRO ]Leia esta história GRATUITAMENTE!