CAPÍTULO VIII

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Era uma manhã de sol, e perto das nove e meia, o intervalo dos alunos da escola pública Orlando Braga finalmente começou. Renan Silveira desceu para o pátio junto com dois amigos, mas ficou menos de dez minutos ali com eles. Aquela era uma das raras ocasiões onde a inspetora Tereza não estava a serviço, o que significava que ninguém impediria Renan de voltar para a classe se quisesse.

O garoto estava usando a camisa branca do uniforme estadual, um short verde de cordinha e um tênis preto um pouco velho. Renan deixou os amigos para trás e foi direto para a escadaria que levava as salas de aula. Ninguém o impediu de subir, e ao chegar ao andar de cima, encontrou o corredor praticamente vazio. Duas meninas estavam conversando ali, mas não deram atenção a ele. Renan caminhou até a última sala do lado direito, entrou, e fechou a porta.

A sala de aula estava vazia e silenciosa, com exceção do barulho do ventilador na parede. O quadro-negro estava lotado com o texto que a professora de história passou antes do intervalo. A maioria das mesas possuía materiais escolares em cima, e mochilas se encontravam espalhadas tanto no chão quanto penduradas atrás das cadeiras. Renan seguiu até o seu lugar, bem no fundão.

Ele sabia que não tinha muito tempo. Ao sentar-se na cadeira, o garoto abriu o short imediatamente e puxou o pênis flácido para fora da cueca. Começou a se estimular lentamente, sempre de olho na porta, para o caso de alguém aparecer. Já estava com essa vontade há algum tempo e não podia segurar mais. Além disso, Renan tinha assistido um vídeo na internet na noite passada onde um garoto havia feito a mesma coisa. Foi daí que tinha vindo a ideia.

Como sempre, ele pensou em Samuel Bianchi enquanto se masturbava. Não havia como pensar em outra coisa. Ele se lembrava de cada detalhe daquela tarde onde fora na casa de Samuel junto com João, e eles haviam feito sexo a três. Era surreal pensar que algo assim tivesse realmente acontecido. Renan já tinha batido várias lembrando do que tinham feito.

E durante aquele intervalo, sozinho na sala de aula, não tinha sido diferente. As imagens que surgiram na cabeça do garoto eram tão vividas como se estivessem realmente acontecendo. Ele apertava o pênis apenas na cabecinha, enquanto se lembrava dos detalhes do corpo nu de Samuel. Não queria segurar muito tempo. Ainda pretendia aproveitar os minutos finais do intervalo.

Renan demorou apenas dois minutos para gozar. Guardou o pênis logo antes do líquido branco sair. Sabia que ficaria molhado por algum tempo, mas logo seu sêmen iria endurecer dentro da cueca, então não havia problema. Satisfeito, o garoto se levantou e saiu da sala, voltando para o pátio. Ainda faltavam dez minutos para o intervalo terminar.

A primeira coisa que ele fez quando retornou ao pátio e se sentou num banco de madeira com os amigos, foi enviar uma mensagem para João Pedro. O amigo estava na sua escola particular, o Liceu América, e eles estavam sempre se comunicando pelo celular. A mensagem que Renan enviou para João dizia:

Acabei de bater punheta na sala de aula kkkk Tava com vontade e não deu pra aguentar

Minutos depois recebeu a resposta de João:

Tu é louco? E se alguém te pegasse?

Foi durante o intervalo, não tinha ninguém.

Gozou onde?

Na cueca mesmo. Não ia sujar o chão da classe né kkkk

Tu só conseguiu isso por que é o Orlando Braga. Aqui no Liceu seria impossível. Ninguém pode ficar na sala durante o intervalo.

Escola pública tem suas vantagens kkk

Podia ter me mandado foto ou um vídeo

Nem pensei nisso na hora. Tava com medo de ser pego e fiz rapidão

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