L1|| XVIII. A Vista Mais Linda

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Paralisada pela beleza da vista, vou lentamente o mais próximo que consigo da beirada da imensa sacada e quase perco meu ar

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Paralisada pela beleza da vista, vou lentamente o mais próximo que consigo da beirada da imensa sacada e quase perco meu ar... 

É exatamente a vista da foto que tenho como fundo de tela do meu computador!

— Surpresa. — Sem muita emoção, Bauer anuncia ao juntar-se a mim.

E como uma criança que acabou de ganhar aquele presente por qual esperou tanto, ajo impulsivamente e dou um apertado abraço em quem me presenteou, surpreendendo-o.

— Foi do topo deste prédio que tiraram aquela foto que colocou no seu computador. — Bauer certamente está desconcertado com minha demonstração de gratidão. Ele não me abraça de volta mas eu não me importo. Estou feliz e grata!  — Achei que gostaria de ver o lugar em pessoa.

— Meu Deus! Obrigada! Isso é lindo! — Bauer sabe da minha admiração por essa cidade, em epecial por aquela foto pois lembro-me quando perguntou sobre meu fundo de tela no escritório. 

Era isso que planejava?

 O solto tão repentinamente quanto o agarrei e volto a namorar a paisagem.

O Altar faz de suas sacadas individuais áreas reservada. Nessas áreas tem mesas decoradas tão exuberantementes como as de dentro. Então daqui de cima encaro a vasta floresta de concreto que é a cidade de São Paulo a minha frente. Sei lá, me emociona. Representa para mim um novo começo, uma oportunidade para felicidade, uma chance de ter toda minha vida reescrita de uma forma melhor e mais feliz. 

E é por causa de Bauer e da oportunidade de emprego que me deu que posso ficar aqui nela.

Estou tão emocionada! Além de minha avózinha, ninguém nunca fez nada do tipo por mim.

O agarro pela segunda vez e quase o derrubo. Sei que uma vez é suficiente mas eu não sou do tipo que segura o que sente por dentro. E agora só queria abraçá-lo com muita força em agradecimento.

Sinto seu corpo enrijecer contra o meu, me surpreendendo com o quão tenso ele fica de repente comigo agarrando ele.  

— Desculpa te abraçar tanto assim chefe, mas nunca ninguém foi tão legal comigo. — Digo contra seu ouvido, meus braços em volta de seu pescoço. De salto alto agulha, fico quase de sua altura. E meu Deus, como ele cheira bem.

-Se soubesse que ficaria assim, teria te trazido aqui antes.

Ignoro o que ele disse. Sei que já deveria tê-lo soltado, mas não o faço. Para minha surpresa, estou gostando de abraçar Bauer. Ele é muito... abraçável.

-Verena, -Agora, ele sussura contra minha orelha. - Nossa companhia chegou. Se quiser me abraçar mais, pode fazê-lo mais tarde. - Comecei a solta-lo, mas ele me surpreende. Bauer rapidamente me prende contra si, colocando um de seus braços em volta de minha cintura, prensando meu busto contra seu peitoral. O ato é levemente bruto, dificulta meu respirar e movimento por um momento. -Mas sem o vestido. -Ele diz.

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