Tentativa de homicídio

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~Elizabeth Cooper

- Polly, quem fez isso com você?- Minha mãe perguntou sentando na cama de Polly.
- Eu não sei, talvez eu estava sonâmbula e acordei aqui, mas eu não quero me matar, eu tenho vocês e sei que um dia eu vou voltar para casa, não quero abandonar vocês.
      Me aproximei de Polly e dei um abraço apertado nela.
- Vamos descobrir o que aconteceu.- Falei me afastando.- No seu quarto tem câmera?
- Tem, eu acho que sim.- Ela respondeu.
- Eu vou ver lá.- Me levantei indo em direção a porta.- Mãe fica com a Polly.
      Minha mãe assentiu com a cabeça e depois eu sai do quarto. Fui para o carro, entrei e acelerei até chegar no hospital. Chegando lá eu entrei correndo em direção a recepção.
- Com licença.- Comecei.- Eu sou irmã da Polly Cooper, a que tentou se matar.- A mulher assentiu com a cabeça.- Por acaso tem câmeras no quarto dela?
- Tem sim, mas é confidencial, só policiais podem ver.- Ela respondeu.
- Então, vou chamar a polícia agora mesmo.
      Peguei meu celular e disquei o número da polícia. Talvez as pessoas daqui não tinham ligado para a polícia pensando que foi tentativa de suicídio, mas o que eu acho, é que alguém quis matar a Polly e fez com que parecesse suicídio.
- Polícia de Riverdale.- Falou a voz de uma mulher na outra linha.
- Meu nome é Elizabeth Cooper, minha irmã Polly Cooper tentou suicídio, mas eu não acho que foi o que aconteceu, ela fala que não foi ela, estou em um hospital psiquiátrico, tem câmeras no quarto dela, só vocês podem saber quem realmente fez isso.
- Entendi.- A moça falou.- Estamos a caminho.
      Ela desligou o telefone e eu coloquei meu celular no bolso. Me sentei em uma cadeira esperando a polícia chegar. Eles chegaram em uns quinze minutos.
- É aqui que tentaram suicídio, mas não acham que foi suicídio?- Parecia ser a mesma moça que falava comigo pelo telefone.
- Sim.- Me levantei indo na direção da mulher.
- Elizabeth, né?- a mulher perguntou e eu assenti com a cabeça.- Quero acesso a todos os lugares desse hospital!- Ela falou para a moça da recepção.
- Está bem. Vou chamar alguém para ir com vocês.
Dois policiais foram juntos com a policial, eu segui eles, porque também queria descobrir quem fez isso. Chegamos na sala onde tinha imagens de todas as câmeras. Ficamos alguns minutos tentando chegar até o momento em que a Polly "corta os pulsos" com o pedaço de vidro. Estava na parte em que Polly dormia, ficamos atentos vendo o que iria acontecer no vídeo. Até que um homem encapuzado entrou na sala.
- Meu Deus.- Falei com os olhos lacrimejando.- É o meu pai...

~Jughead Jones

      Eu estava na toca dos serpentes, eu sou um serpente e os serpentes tem que ir todos os dias para aquele lugar, eu não gosto, mas era necessário. Estava lá conversando com a Toni e Sweet Pea sobre coisas aleatórias.
- Jones, ainda está triste pela sua namorada?- Sweet Pea perguntou sorrindo.
- Por que estaria?- Olho para Sweet Pea e depois para a Toni.
- Ah, vai saber você ainda não superou ela, faz apenas uma semana.- Ele levantou os ombros.
      Ele não poderia saber que eu e a Betty estávamos juntos, ele iria contar para o Tall Boy e iriam me expulsar dos serpentes, eu só estou aqui para ajudar o meu pai.
      As horas foram se passando e eu não aguentava mais ficar ali, toda hora Tall Boy ficava me olhando com um olhar de quem queria me matar. Então eu fui para casa. Logo quando eu chego, meu celular toca, era Betty.
- Betty, está tudo bem?- Pergunto.
- Não, Jug.- Ela responde com voz de choro.
- O que aconteceu?
- Meu pai tentou matar a Polly, não sei o porquê, mas ele tentou e não conseguiu.
- Meu Deus, Betty. Quer que eu vá aí?- Respirei fundo e me sentei na ponta da cama.
- Não, não precisa, não podem saber do nosso namoro, né?- Ela falou e eu pude ouvir uma leve risada do outro lado da linha.
- Mas isso não importa agora, se precisar de mim, Betty eu vou sempre estar aqui, sempre que você precisar de mim.
- Obrigada, Jug. Mas eu só quis avisar, se eu sumir de novo e me trancar no quarto.- Ouvi a mesma leve risada e depois dei um sorriso de lado, respirando fundo.- Obrigada por tudo.
      Logo depois ela desligou, eu sei que ela precisava de mim, mas não queria falar. Sei também que seria l certo ir lá ficar com ela, mas se o Tall Boy descobrisse...
QUE SE DANE O TALL BOY
      Peguei minha moto e fui para o hospital psiquiátrico, onde eu imaginaria que Betty estaria. Chego lá e ela estava sentada na escada com a cabeça apoiada não mãos e parecia estar chorando. Estaciono minha moto e vou até ela. Betty olha para mim com um sorriso sem descolar os lábios. Me sento na escada e coloco meu braço em volta dela.
- O que faz aqui?- Ela perguntou se virando para mim.
- Betty, como eu já disse, e vou repetir todas as vezes que for necessário, eu não vou te abandonar, sempre que você precisar de mim, eu vou estar aqui.- Respirei fundo.- Eu te conheço e sei que você precisa de alguém nesse momento.
- Que bom que me conhece.- Betty deu um sorriso sem descolar os lábios e depois deitou a cabeça no meu ombro.- A polícia já foi para a minha casa, prender o meu pai por tentativa de homicídio.- Ela se afastou olhando para mim e ainda chorava.- Não queria ver isso acontecer.
      Betty começou a chorar mais ainda, ela passava desesperadamente as mãos por baixo dos olhos, limpando as lágrimas que caiam rapidamente. Eu abracei ela o mais forte que pude.
- Eu sinto muito.- Foi a única coisa que eu consegui falar naquele momento.

Demorei mais cheguei povo
Gente me desculpe a minha ausência, mas é que esses dias eu estou tendo vários problemas e também está acontecendo algumas reformas na minha casa, então me desculpem.

Infelizmente a fanfic está acabando e eu não gostaria disso, mas se não acabar ela vai ficar gigante. Eu estava pensando em começar a escrever outra, também de Bughead só que com a história totalmente diferente. O que acham? Vocês leriam?

Bjinhos <3

a love story. ❃ bugheadLeia esta história GRATUITAMENTE!