Não fui eu

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~Elizabeth Cooper

      Eu acordei e Jug ainda fazia cafuné em mim, o que estava muito bom. Me viro ficando de frente para ele.
- Por quanto tempo eu dormi?- Questiono me sentando ao lado do Jug.
- Acho que por uma hora.- Ele responde dando um sorriso sem descolar os lábios e colocando o braço em volta de mim.
- Por que não me acordou?- Me viro para ele.
- Porque era a primeira vez que eu consegui olhar você dormir por tanto tempo.- Ele da uma leve risada.- Você sempre me olha dormindo, tenho certeza que gosta.- Terminou com um sorriso.
- É, eu gosto de olhar você dormindo.- Retribuo o sorriso.
Mas uma vez teve aquela troca de olhares básica.
- Seus pais chegaram.- Jughead fala.
Olho assustada para ele, pensando que se meus pais chegassem, ele não estaria mais aqui.
- O que aconteceu?- Pergunto ainda assustada.
- Sua mãe foi simplesmente muito gentil.- Ele responde, arqueio uma sobrancelha.- É sério, se ela não tivesse gentil, provavelmente eu não estaria aqui ainda.- A gente começou a rir.
- Está bem.
- Eu preciso ir, Betty.- Jughead colocou sua mão na minha bochecha.
Me aproximo dele e o beijo lentamente. Dou um sorriso entre o beijo, depois me afasto e me levanto pegando a mão de Jughead.
      Ele se levanta e me dá um abraço extremamente forte.
- Precisa mesmo ir embora agora?- Pergunto ainda abraçando Jughead.
- Meu pai deve estar preocupado.- Ainda estávamos nos abraçando.- Além do mais, não quero que o Tall Boy descubra de novo, eu quero ficar com você.
Afasto Jug dando um sorriso sem descolar os lábios. Ele me beijou mais uma vez, e depois foi embora.
Eu ficava triste em pensar que a gente tinha que esconder esse namoro, mas o importante é ficar juntos, sem ninguém saber, a gente conseguia ficar juntos.

~Jughead Jones

Cheguei em casa, meu pai estava sentado no sofá assistindo alguma coisa que não consegui prestar atenção.
- Onde você estava?- Ele perguntou se levantando.
Não respondi, fiquei apenas olhando para ele.
- Não me diga que você foi ver a Betty.- Ele falou cruzando os braços. Eu levantei os dois ombros.- Jughead, você pode ser expulso dos serpentes.
- Eu não me importo, eu quero ficar com ela, pai.- Respondi cruzando os braços.
- Eu sei que quer e eu quero que vocês fiquem juntos, mas não queira ter uma tatuagem arrancada.- Ele falou e se sentou novamente no sofá.
Fui em direção ao meu quarto, logo quando fecho a porta, alguém bate na minha janela. Era a Toni.
- O que quer?- Falei abrindo a janela.
- Saber se eu não estraguei um relacionamento.- Ela entrou no meu quarto e ficou a minha frente.
- Estragou, mas por pouco tempo.- Respondi.
- Que bom.- Toni deu um sorriso sem descolar os lábios.- Só vim saber isso mesmo, vou indo.
Achei estranho a Toni vir aqui só para saber isso, mas ela já estava indo embora, então eu deixei ela ir. Depois eu me deitei na cama e pensava se Tall Boy iria descobrir, não queria uma tatuagem arranca, doeu para ela estar onde está agora, doeria tirá-la de lá também. Mas eu sentiria dor pelo meu namoro com a Betty, não gostaria de perder ela mais uma vez.
As horas se passaram e à noite já tinha chegado, tomei banho e me troquei, fiquei deitado na minha cama até conseguir dormir, o que eu tinha conseguido fazer facilmente.

Meu despertador tocou as 7:30 como sempre, aquele barulho irritante que ele toca, a vontade que eu tenho é de quebrá-lo.
Me levantei da cama e me troquei para a escola. Dessa vez eu estava sem fome, fui para a escola sem comer nada. Estava pensando que quando chegasse a escola, como sempre eu ia ver Toni e Cheryl se beijando no lado da escola, era uma coisa que eu via todos os dias, então já estava acostumado.
Foi o que aconteceu, cheguei na escola e Toni beijava a Cheryl. Passei direto entrando na escola e indo para o meu armário.

~Elizabeth Cooper

Acordei dessa vez com a minha mãe me chamando, era apenas 5:50 da manhã e ela estava me chamando não sei o porque.
- Mãe, o que foi?- Fui até a aonde ela estava que era no quarto. Ela estava sentada na cama.
- Sua irmã.- Ela começou. Minha mãe segurava o telefone fixo de casa e sua mão estava tremendo muito.- Ela tentou se matar, Betty.
- O que?- Me sento ao lado dela. Ela chorava muito, tentei acalma-lá colocando meu braço em volta dela.
- A uma hora ela tentou se matar, dentro do quarto com um caco de vidro do espelho que ela tinha quebrado.
Meus olhos encheram de lágrimas novamente.
- Precisamos ir vê-la no hospital, seus braços tem cortes fundos, ela perdeu muito sangue e precisamos ir vê-la.
- Então vamos.
Me levantei e fui até meu quarto colocar uma roupa. Depois levei minha mãe até o carro.
- Eu não consigo dirigir agora, você pode?- Ela me entregou as chaves e eu assenti com a cabeça.
Entramos no carro e eu dirigi até o hospital. Minha mãe foi em direção a recepção pedir informações da Polly.
- Polly Cooper?- A recepcionista perguntou.
- Sim.
- Me sigam.- A mulher levou a gente até um quarto do hospital, Polly estava deitada na cama.
Me aproximo da cama da Polly e me sento em uma cadeira ao lado dela.
- Polly?- Pego na mão dela.
Minha mãe foi se aproximando devagar da Polly.
- Betty.- Polly falou com a voz fraca.
- Polly, o que aconteceu?- Questionei.
- Eu não fiz isso.- Ela levanta os braços, mostrando cortes profundos que já estavam suturados.

Aí meus xuxus, esse capítulo tá uma merdinha porque eu fiz ele correndo, para vocês não ficarem sem capítulo hoje.
Mas espero que tenham gostado
<3
Esse final, omg

Bjinhos

ᴜᴍᴀ ʜɪsᴛᴏʀɪᴀ ᴅᴇ ᴀᴍᴏʀ ➢ ʙᴜɢʜᴇᴀᴅLeia esta história GRATUITAMENTE!