Cap 44- Entao ta né.

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My~

Chego na minha casa e vejo um carro parado na porta,desço do carro e o Gustavo vem atras de mim e me segura.

Gu- Quer que eu fique?

Eu- Nao precisa,voce tem aula.

Gu- Idai? Se voce quiser eu fico.

Eu- Voce é um fofo,mas nao precisa obrigada.- Inicio um beijo.

Gu- Eu já vou então qualquer coisa me liga.- Me da um selinho.

Entro em casa e esta um homem e meu pai,os dois me olham assustados e eu encaro meu pai com odio.

Eu- Ora ora ora,temos uma festa aqui e ninguém me chamou assim eu fico chateada poxa.- Caminho lentamente ate eles.

Pai- O que voce ta fazendo aqui? E o colegio?

Eu- Nao interessa e voce quem é?

Cara- Eu sou Estêvão Fagundes futuro dono dessa residencia,e a senhorita é?

Eu- Eu sou a legítima dona da residencia e não vou vender pra voce.

Pai- Ela esta blefando,vamos assine aqui.

Eu- Se voce assinar esse papel a coisa vai ficar feia.

Pai- E o que voce vai fazer?

Eu- Voce não precisa saber apenas largue o papel e tudo vai ficar bem.

Estêvão- Eu acho melhor eu não assinar.

Pai- NAO,VOCE VAI ASSINAR ESSE PAPEL ENTÃO A CASA SERA SUA.

Xxx- Se alguem se mecher eu chamo a policia.- Essa voz...

Eu- Eu pedi pra voce ir embora.

Gu- Mas eu não fui,agora ninguem se meche.

Pai- Isso vamos chame a policia,se eu for preso voce só volta aqui com seus 18 e ai a casa não vai ser mais sua e nem o seu dinheiro,voce não tem ninguém por voce aceita isso.

Gu- Eu sou de maior,a tia dela é  responsável por ela,como namorado dela acho que eu posso conversar com meu padrasto sobre isso.

Pai- Pera ai como assim seu padrasto? E como assim namorados?

Gu- Meu padrasto é policial e quando duas pessoas se gostam elas assumem um relacionamento.

Pai- SUA VADIA,FILHA DA PUTA,TA PENSANDO O QUE? EU FALEI PRA SE AFASTAR DESSE MULEQUE.- Veio pra cima de mim apertando meu pescoço.

Gu- TA LOKO CARALHO.- Puxou ele pela blusa.- NINGUÉM TOCA NELA NÃO SEU ARROMBADO.- Deu um soco na cara dele.

Gustavo~

Esse arrombado acha mesmo que vai toca um dedo na My na minha frente,puxei ele pela blusa e logo dei um soco na cara dele,ele começou a me socar e me derrubou no chão.

My- Solta ele ou eu atiro.- Essa é minha garota,pera aquela é minha arma?

Deniel olha para a My e eu troco as posições ficando por cima começando a socar seu rosto.

A Marrenta No Colegio InternoLeia esta história GRATUITAMENTE!