O Corrente do Prazer

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Tudo começou quando eu tinha 18 anos, me entreguei pela 1° vez, foi um momento mágico de muitos e muitos prazeres.

Eu nunca tinha sentido assim desejada, os meus pés tremiam e o dele nem se fala, foi o momento único é tão bom fazer amor com a pessoa amada.

Na rua ele parecia ser um rapaz inisperente mas entre quatro parede, nem se fala.

Ele tornou um vício para mem, um qualquer toque dava-me muito prazer, de tocar nos seus músculos, eu confesso fiquei amarrada a ele como se fosse nom corrente, não estou a conseguir pensar em nada a não ser em o ver.

Hoje é sábado quer dizer hoje tem, do nada o meu telefone tocou era o meu demonio do"tezon'' o meu gostoso meu boy.

Atende. Ele com uma voz grossa de aripiar o corpo, disse-me Alô amor hoje vamos ver ne?
Responde que sim perguntei-o
Se ele prefere a cor preta ou o vermelho ele disse preta.

Eu queria fazer algo diferente, antes de ir pra casa dele eu passei para o shoping comprei um langerin de cor preta top.

Assim foi para casa dele dei uns beijos no meu gostoso dirige para o seu quarto preparei a cama com rosas perfumado, vesti o meu langerin bm sexy espalhei alguns corrente no chão, detei-me a espera do meu bof sair do banho.

Ele ao sair do banho todo fresco de toalha com o seu peito molhado de tirar dor, levantei bm divagar foi até a frente dele passei a mão no seu peito joguei ele por cima da cama fiquei por cima, ele falou bem baixinho no meu ouvido mi domina mostra atitude, começei a rebolar dei um tapa na cara dele só pra descontrair, vendei os seus olhos amarei-o na cama, ele começou a gritar gostosa agora quero entrar baby.

Do nada a corrente froxou ele subiu por sima de mim.

Ficamos dentro do quarto por 6 horas, ai ele estava bem gostoso.

Até que um dia eu não queria mas sexo, queria dar um tempo, como dizem sexo não é tudo.

O problema é que ele queria sexo, o sexo tornou um vício pra nos eu queria me libertar disso, ele começou a pensar muita coisa que estou com outro, começamos a bringar e até que chegou um ponto que eu dissede separar i a ver que o que existia entre nos era prazer não amor.

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