CONCLUSÃO

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Como fazer um cachorro-quente? Esse foi o livro mais fácil que eu tenha feito e bem mais simples do que fazer um cachorro-quente. E, o porquê do título? É para frisar que, o quê está exposto por fora não é o quê está contido por dentro. O quê eu quero dizer é, que muitas pessoas parecem serem sem 'graça', mas quando conhecemos melhor "o interno" (mais profundo), vemos que elas são superlegais e até, bem divertidas. E aí?

E aí... Por ter uma memória divina, lembrava-se de muitas coisas engraçadas ocorridas durante estes anos, fazendo cachorro-quente e, pensei: "por que não colocá-las em um livro?" Então, decidir se apoiar nessas experiências variadas e observadas, para criar as narrações de desastres que aconteceu, fatos e casos divertidos, relacionados aos clientes, e em seguida, enfeitar a leitura, procurando transmitir o humor presente nessas pessoas, nos respectivos episódios.

Eu tinha a "ideia", penso o mesmo, como as pessoas têm a ideia de comprar o cachorro-quente... E, a minha ideia era tentar salvar o roteiro de alguns, escrevendo os episódios flagrados de maneira cômica e histérica, em minha opinião. Na verdade, nem precisaria de um manual de escrever crônicas ou de casos escutados, pois já havia em mim esta arte divina a de 'escriba'(escritor), mas, apenas necessitaria da "ideia" e, de conservar as cenas engraçadas e, tentar confeccioná-las (enfeitá-las) da melhor maneira entendível ou possível, mesmo não sendo um comediógrafo 'de letra'.

Realmente, pensando bem, repensei: "eu deva fazer este livro sem nenhuma implicância com alguém ou sem algum impedimento de ninguém". Afinal, eram os próprios personagens (sócios-clientes) inerentes na estória é que me falavam: "Faça-o". Admito, é fácil escrever comédia quando se tem senso humorístico no sangue, mas difícil é enfeitar os fatos ou os casos escutados, sozinho. Porém, quase sempre escrevo por impulso (inspiração instantânea), e o que preciso é entrar na sala, sentar-se na frente do computador por duas ou três horas, 'largar os dedos nas teclas e deixar fluir o córrego lento das palavras'... Pra mim é um hobby e como sempre digo: "é uma terapia escrever".

Incutido pelos personagens, este livro é sobre personagens reais, muitos conhecidos, alguns incógnitas. Pessoas que foram acompanhadas por mim ou por um público anônimo... Personagens diversificados, de: gostos, personalidades, cultura, enfim, indivíduos engraçados e desastrados, e que alguém como eu ou um público, ainda queira acompanhá-lo por ser hilário, divertido.

Finalizando, como escritor, acho que a melhor maneira de expor uma pessoa é expondo suas qualidades, assim como em minha opinião o senso de humor é uma grande qualidade, e é isso, que procuro mostrar: o melhor de cada personagem e achar graça em cada um deles. Eis aí a minha fantástica "ideia" sendo concretizada publicamente, não a ideia de "como fazer um cachorro-quente (?)", mas, a de "fazer pessoas felizes e satisfeitas", e de revelar "o melhor de cada personagem" como indivíduo, na história da vida de alguém, não somente o lado 'frágil' das pessoas. Tenha essa ideia – a de "achar graça" em cada pessoa, do seu 'próximo', ainda por mais diferente que seja, e que seja esse o nosso ideal de vida, enxergando o lado divertido da vida – ser engraçado é uma ética.

E se juntos fizermos e pensarmos da mesma maneira, as pessoas serão com certeza melhores, serão, como 'diz este versículo'(abaixo), que profetizo a você que acabou de ler, até o final deste resumo: "Ele (Deus) te encherá a boca de riso e os teus lábios, de júbilo". (Jó 8.21)

TO}D

COMO FAZER UM CACHORRO-QUENTE? (2009)Onde as histórias ganham vida. Descobre agora