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Pen Your Pride

III. u m d i a d e p o i s

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 "Algumas vezes você pode se sentir livre ao ficar perdido." - Skins. 

Das poucas coisas e pessoas que Hope gostava no mundo, entre elas estavam seu melhor amigo, Nathan McKreaker

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Das poucas coisas e pessoas que Hope gostava no mundo, entre elas estavam seu melhor amigo, Nathan McKreaker. Não porque ele gostava de ficção científica como Hope, e nem como ele babava em sua tia May quando aparecia em sua casa/galpão, e nem pela forma que lhe vencia no GTA ou qualquer outro jogo. Não. Hope gostava de Nathan porque ele era cadeirante e a pessoa mais engraçada que já conhecera, e entre lhe empurrar nos corredores da Robyn Clark High School, ele podia se pendurar na astes traseiras da cadeira e os dois poderiam flutuar corredor afora.

Era como em Intocáveis, ele e Nathan tinham assistido uma vez, e poderiam se encaixar parcialmente em um remake mal feito e ao contrário. A começar, que Hope é tão branco feito um fantasma, de acordo com Nathan e seu poder de descrição. E Nathan, tinha uma simbologia bronzeada de descendência indiana.

Os dois não tinham muitos planos para quando saíssem da escola, no entanto, o primeiro deles, era sair vivo.

— Não me parece mais uma piada tão engraçada assim. — Nathan McKreaker comentou, tirando um fiapo de sua calça jeans.

— Para mim continua a mesma e velha piada de sobrevivência. — Hope amontoou suas coisas em seu armário, travando com o fecho em seguida. Ele pendurou sua câmera em seu pescoço e se apoiou no metal. — Nate, as pessoas morrem todos os dias!

— Mas é estranho, sabe? — Nate deu de ombros. — Estamos bem ao lado de pessoas que andavam com Alisson. Ela tinha um namorado!

— Desculpe, esqueci que quando você se envolve romanticamente com uma pessoa está imune da morte. — Hope retrucou mal humorado, só para variar um pouco.

— Você me entendeu! — Nate apertou os dedos de Hope, para o mesmo empurra-lo corredor a diante. — É aquela coisa, a gente nunca parece saber do que se trata, até acontecer com você.

— Eu nunca morri.

— Porque você é um filho da puta, é por isso! — Nate revirou os olhos, arrancando uma gargalhada sincera de Hope, que queria estar fotografando-o este momento, e não empurrando o melhor amigo na cadeira de rodas.

Porém, Hope Roberts sabia todos os estágios do luto.

Ele tinha passado por isso há mais de um ano atrás, quando Elizabeth Roberts faleceu, lhe deixando com seus tios, que agora esperam um bebê. Não era como se fosse uma expulsão, mas Hope sentia que precisava ir embora logo, não queria ser um estorvo para a nova família. Sem contar que, May iria se casar no final do inverno, deixando de ser uma Miller e passar a se tornar uma Roberts.

Hope parou de empurrar Nate pelo corredor. Um grupo de pessoas abraçadas dramaticamente perto do armário de Ally Dolson lhe chamou a atenção. Que especialmente hoje, estava decorado com colagens, flores, cartazes e cartas feitas a mão. Uma fotografia do anuário do ano passado bem ao topo, homenageando o sorriso doce de Alisson.

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