Capítulo 8

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Catherine observou o espelho ovalado sob a penteadeira, enquanto deslizava os dedos por seus longos cabelos negros. Sentada no conforto de seu quarto, estava um tanto mais calma.

A sensação que Peder lhe fizera experimentar já havia passado, mas Catherine era incapaz de esquecê-la e ansiava por mais. Como se deitaria com Frederick depois disso, de conseguir entender o que faltava.

Se debruçou sobre a penteadeira. Ainda desejava esfolar Peder vivo, mas a ânsia pelos beijos e toques dele só aumentava.

Quando a porta de seus aposentos foi aberta, o coração de Catherine quase saltou pela boca. Com as mãos trêmulas agarrou a borda do móvel e virou-se lentamente para olhar o homem de pé junto à porta.

- Milady.

- Sim?

- O rei solicita sua presença.

Era essa frase que Catherine temia.

- Já estou indo.

Ela se levantou buscando retomar a compostura. Se continuasse tão nervosa, Frederick logo desconfiaria que algo de errado estava acontecendo. Precisava ir lá, deixar que ele a tomasse como fizera todas as noites. Era simples... Não precisava entregar seu envolvimento com o lorde Oxe.

Ele deu um breve sorriso para o criado e saiu andando pelo corredor. Cumprimentou com um aceno de cabeça os guardas na porta do rei e entrou.

- Catherine! – Frederick tinha um largo sorriso no rosto e não segurava a típica taça de vinho.

- Majestade. – Ela se curvou brevemente, segurando a camisola.

- Estava deslumbrante hoje, minha bela Catherine. – Ele a segurou pelo queixo e a fez se levantar. – Acertei ao pressupor que tal vestido a deixaria ainda mais estupenda.

- Eu fico grata.

- Mas por que mais uma vez saiu tão cedo do baile?

- Lamento, eu estava um tanto indisposta.

Um sorriso surgiu nos lábios do rei.

- Será que... – Ele estendei a mão em direção ao ventre dela.

Catherine segurou a mão dele é a levou até seu rosto.

- Não, majestade. Não estou grávida. São apenas meus sangramentos que estão próximos.

- É uma pena, mas teremos tempo.

- Sim.

Ela não era tão ruim em mentor quanto imaginava. Não desejava ter um filho bastardo, mas, por hora, o rei não precisava saber disso.

Frederick a acariciou no rosto sentindo a pele delicada e suave ao toque. Então segurou-a pelo cabelo e puxou-a para si.

Catherine estremeceu ao se lembrar do beijo voraz de Peder. Entretanto fez o que pode para evitar tais pensamentos.

Abriu a boca permitindo a entrada da língua do rei e se aninhou junto ao corpo dele.

Frederick escorregou as mãos pelos ombros, as costas até agarrar a bunda redonda de Catherine. Ela era linda, magra, porém roliça exatamente nas partes onde ele gostava de tocar.

Ela estremeceu enquanto ele a apalpava e apertava como bem desejava. Abriu um pouco as pernas, desejando que uma das mãos fosse parar ali, no entanto isso não aconteceu.

O rei estava sedento, por não tê-la há alguns dias, então nem se deu ao trabalho de despi-la.

- Sente-se alí. – Ele apontou para o divã aos pés da cama. – Quero seu traseiro virado para mim.

A cortesã do rei ( Degustação)Leia esta história GRATUITAMENTE!