Capítulo 64

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❤ 3490 palavras ❤


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Capítulo dedicado a pessoa que mais me aguentou na época que assisti Skam ❤ Ela me aguentou tanto que ficávamos falando toda hora no pv sobre Skam e eu te agradeço muito por ter paciência comigo e por gostar de Skam tanto quanto eu! I love you ❤❤
Andreyna Beatrys assim que você ver isso aqui, comente por favor... Não estou conseguindo achar o seu perfil 💔

Enfim, era só isso mesmo e prevejo as amigas do P do Amor me xingando por essa declaração ai 👆
Elas são ciumentas, elas 💗

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Por Sarah


Como começar? 

Pelo início logicamente!

Primeiramente: Meu subconsciente é difícil de se lidar. 

Mas enfim, desde o início... 

Esse ano completo quatro anos de amizade com a rainha do sarcasmo vulgo Emma. Me lembro até hoje, detalhadamente, de como a conheci. Não foi nada normal, como um simples "Olá, tudo bem?" ou um clássico "Poderia me ajudar a encontrar tal lugar?" Não, não mesmo! Foi do jeito mais desastrado do mundo.

Tinha acabado de pisar no aeroporto do centro de Nova York e estava sozinha, já que meus pais não poderam me acompanhar por um pequeno problema que tinha acontecido com os meus avós. Então,  lá estava eu, sozinha, perdida e sem conhecer nenhum rosto familiar. E isso foi um grande motivo para eu ter a minha primeira crise asmática em solo Nova-Iorquino.

A minha primeira crise asmatica foi aos oito anos de idade, no exato dia do meu aniversário, não sei exatamente o motivo de ter esse pequeno problema respiratório, talvez tenha sido por genética ou ficar exposta a algum vírus; não sei, só sei que tenho crise asmatica que até antes nem eram frequentes. 

Mas depois desse dia, comecei a ter crises bem frequentes. Comecei a andar sempre com uma bombinha por perto, porque nunca sei quando terei mais uma crise.

No total tive seis crises, a primeira foi aos oito anos, a segunda foi quando tinha onze anos e me machuquei na saída da escola e acabei cortando a minha perna, a terceira e a quarta foi simplesmente limpando a casa (produtos de limpezas não são nada legais com uma pessoa asmatica), a quinta foi no aeroporto quando fiquei nervosa por estar sozinha num lugar desconhecido e a última foi numa apresentação de Ballet. Nas duas últimas tive a Emma para me ajudar. 

Mas enfim, voltando para o dia que cheguei em Nova York. Eu estava super nervosa por estar num lugar que nunca tive estado na vida e ainda sozinha. Nunca tinha saído de Chicago, me senti perdida. 

Andei um pouco pelo o aeroporto, procurando a saída. Estava tentando manter a minha respiração neutra e evitando ter uma crise no meio de um ambiente muito cheio. Estava tão nervosa e com medo, que nem reparei que tinha uma mala no meio do meu caminho.

Cai com tudo no chão assim que esbarrei na mala. Uma menina correu na minha direção e me ajudou a levantar. Com o susto da queda, comecei a passar mal e não conseguia respirar normalmente. Ela me levou até uma cadeira mais próxima e disse:

- Você está bem? Quer uma água? Alguma coisa?- tentei abrir o bolso da minha mochila para pegar a minha bombinha, mas não conseguia.

Ela me olhava preocupada e eu com certa dificuldade mostrei o bolso da minha mochila. Ela rapidamente entendeu que eu queria algo dentro dela e a abriu. Ela encontrou a bombinha e me entregou rapidamente, a usei e em pouquíssimo tempo já conseguia respirar normalmente. Assim que ela viu que eu estava melhor, ela respirou aliviada e se sentou do meu lado.

Amores Londrinos (1) - A Garota Do Quarto Ao Lado (Concluído)Onde as histórias ganham vida. Descobre agora