Vanessa começou a mover mais rápido sobre Shade. Mais rápido. Buscando seu clímax. Lindsey queria ajudá-la a encontrá-lo.

   Escorregou os dedos pelas dobras inchadas de Vanessa. Encontrou o clitóris dela com dois dedos e esfregou-o rápido e forte, do jeito que fazia quando se masturbava. Em questão de segundos, o corpo de Vanessa ficou tenso diante dela, e ela estremeceu forte enquanto gritava em meio a seu orgasmo.

   - Isso não está certo. - Lindsey disse puxando a mão para longe.

   Vanessa agarrou seu pulso e enterrou-lhe a mão entre as coxas.

   - Sim, Lindsey. Está certo. É perfeito. Sinta-o dentro de mim.

   Estava atordoada com o choque, mas por algum motivo não podia afastar-se. Lindsey manteve o sexo de Vanessa na palma da mão enquanto o pau de Shade roçava ritmicamente contra a ponta dos seus dedos.

   - Isso é lindo. - Shade falou. - Posso gozar agora?

   Vanessa riu abafado.

   - Não, garanhão. É a vez da Lindsey.

   Ela levantou o quadril até o pênis de Shade escorregar de seu corpo e, em seguida, pegou a mão de Lindsey e colocou-a sobre o preservativo muito escorregadio que cobria seu membro.

   - Se divirta, garota. Eu preciso de um cochilo.

   Lindsey olhou para Shade, desejando que pudesse ver seus olhos, se perguntando o que ele achava de seu comportamento. Ele estava tão chocado com o que ela acabara de fazer quanto ela estava?

   - Você vai me desamarrar? - Ele falou. - Vou facilitar para você.

   - O que você quer dizer? - Lindsey perguntou.

   - Você sabe que quer ser fodida, mas acha que não deveria.

   - E como vou desamarrá-lo, esses sentimentos vão mudar?

   - Você pode me culpar por sua rendição, ao invés de se impedir de ter o que deseja.

   - Eu pegaria o que quero. - Vanessa falou.

   - Mas ela não vai. - Shade disse. - Apesar de querer fazê-lo.

   Ela queria, mas ele estava certo. Já tivera relações sexuais com dois estranhos essa noite. Com certeza, não faria isso outra vez com mais um. A menos que ele... a forçasse.

   - Você iria me forçar? - Ela perguntou com o coração batendo de entusiasmo.

   - Você quer que eu te force?

   - Não é realmente a força, mas ela querer que você a force. - Vanessa rolou os olhos para ele.

   - Eu realmente não vou forçá-la se ela não quiser. Isso seria considerado estupro, mas é diferente se ela quer ser pressionada a foder enquanto se debate.

   - Eu quero. - Lindsey deixou escapar.

   Suas mãos se moveram para o primeiro nó da amarra de seus braços unidos – braços fortes, muito musculosos. Passou por maus bocados para desamarrar a corda pensando sobre aqueles braços fortes a segurando enquanto a fodia. Seus dedos não tremiam porque tinha medo. Mas porque estava animada.

   - Eu deveria sair? - Vanessa falou.

   - Não, você vai assistir e não interferir. Mas eu gostaria que você me pegasse um novo preservativo na gaveta lá. - Lindsey ficou chocada pelo sorriso gentil que ele ofereceu a Vanessa. Certamente este grande pedaço de músculos sarcástico não tinha um membro meigo no corpo. Realmente esperava que ele não tivesse. Especialmente esperava que o membro que estava prestes a estocar em sua buceta latejante não fosse nem um pouco gentil.

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