Entrevista com Ben Oliveira

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O curso de Jornalismo impulsionou Ben-Hur Oliveira ao mundo da escrita. Da produção de contos passou para os romances. Tornou-se participante de concursos literários e garantiu resultados que o motivaram ainda mais a escrever. Ao publicar os primeiros textos, encurtou seu nome para Ben porque muitas pessoas não o entendiam. Segundo ele, a mudança o deixou mais simples de entender, principalmente na pronúncia.

O escritor possui dois livros independentes em formato físico. "Escrita Maldita", do gênero terror, publicado originalmente como eBook na Amazon, e "O Círculo", de fantasia. Este último inicia sua série "Os Bruxos de São Cipriano" disponível no Wattpad. A trama está no segundo volume intitulado "O Livro". Enquanto os leitores se surpreendem e comentam em suas histórias, Ben retribui toda a atenção os respondendo.

Se Ben não estiver escrevendo, é mais provável encontrá-lo concentrado na leitura. "Tenho um blog sobre livros há anos, então, estou sempre lendo, seja por causa do blog, por diversão, pesquisa ou para aperfeiçoar minha própria escrita", afirma o autor. Em outros momentos, passa o tempo assistindo a filmes de terror e seriados ou praticando yoga.

Confira a seguir nosso bate-papo com Ben Oliveira!


W: Você sempre quis ser escritor?

B: Meu desejo pela escrita acabou se tornando mais intenso durante a faculdade. Durante o Ensino Médio, eu não conseguia encontrar um curso com o qual me identificasse. Eu gostava muito de ler livros de ficção, mas eram livros que não eram vistos como úteis para o colégio, no qual os professores estavam mais preocupados com a preparação para o vestibular.

Durante um exercício de escrita criativa na graduação de Jornalismo, em uma hora, escrevi um conto e desde então, participei de concursos literários, publiquei em algumas coletâneas com outros autores de diversas editoras e escrevi romances. Fiquei mais motivado para investir na escrita, quando meus primeiros contos foram aprovados para publicação e, em 2014, quando fui pré-finalista do Prêmio SESC com o primeiro romance que eu escrevi, "Amores Mortais", comecei a ver a possibilidade de dedicar mais tempo à escrita e ao estudo da arte da ficção.


W: Você lembra do exato momento em que despertou o seu amor pela escrita?

B: Meu amor pela escrita veio bem antes de escrever. Sempre tive uma imaginação muito fértil. Me lembro de escrever contos bem antes do Ensino Médio, mas como eram narrativas que não eram tão exploradas em sala de aula, acabava levando advertência da professora de redação. Para ser sincero, se dependesse do estímulo educacional, acredito que nunca teria me tornado escritor. É algo que não é tão incentivado no ensino brasileiro.

Meu amor pela escrita foi construído paralelamente ao meu gosto pela leitura. Sempre fui o garoto quieto e cercado de livros. Além da literatura, também tive uma infância marcada pelos jogos e isso acabou desenvolvendo o gosto por contar histórias, por perceber como os diferentes personagens eram guiados e evoluíam ao longo dos diferentes níveis, dificuldades e espaços.

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