(de)pendência

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O que me mata é dependermos de tudo, menos de nós.


É depender do ano em que estamos.

Da maior distância entre dois pontos.

Do tempo e do espaço em geral

(Eles limitam,  afinal).

Das lembranças vívidas de outros,

E das não-vividas com o outro.


Da geração aleatória de acasos que talvez,

E muito talvez,

Te traga para perto de vez.

Eu, NósLeia esta história GRATUITAMENTE!