joguete

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Nem rubor, nem hálito, nem reflexos vitais me acusarão de viver quando você passa por mim. A menção do teu nome me toma alguns dias de vida, e você é um pesadelo que rouba a melhor hora do meu sono e deixa um cansaço injusto nas minhas costas durante o dia.

E eu não sei se deveria puni-lo, ou perdoá-lo.

Ou pior: deixá-lo ir.

Ai de mim. Ai do pobre coração que toma espaço nesse peito, não mais que mero joguete em suas mãos.

Você me dá a sensação equivocada de que eu estou vivendo um romance. Argh, romance de novo! Eu odeio essa palavra.

Eu, NósLeia esta história GRATUITAMENTE!