Capítulo 7 - Como é que ele os conquistou?

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Olá!! 

Venho com mais um capítulo da história! Espero que gostem! Não se esqueçam de votar o comentar o que estão a achar da história. 

Gostava também de vos falar do sorteio que está a acontecer no meu blogue, em parceria com o blogue Nerd e Chique, estamos a oferecer 1 marcador de livros do livro "A Vampira" de Martina Romero, haverá dois vencedores, um receberá o marcador autografado e outro um normal. 

Participem e tentem a vossa sorte. Deixo aqui o link e também estará em link externo! https://a-lilianaraquel.blogspot.pt/2017/08/sorteio-de-2-marcadores-de-vampira-de.html

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Durante toda a semana tinha ido almoçar com o Joel, o que mesmo que da minha parte não houvesse qualquer segunda intenção, na boca das minha colegas de trabalho eu estava "a atirar-me à febra", tudo palavras delas. A Rute ia-me colocando a par da minha fama no meu local de trabalho, e cada vez que irritava mais, mas também continuava a ir almoçar com ele na mesma. Porque haveria eu de deixar de fazer algo que gosto por causa de gente com dor de cotovelo? Se elas estavam mal que se mudassem.

- Cada vez estão mais doridas. – Comentou a Rute, entregando-me o café que lhe pedi.

- Metam Nívea, pode ser que ajude. – Resmunguei. – Se têm algo a dizer-me, que me digam na cara e não andem aí a mandar boquinhas. – Falei.

- Disseram-te alguma coisa? – Perguntou. – Ou melhor ouviste alguma coisa? – Corrigiu.

- Sim. – Respondi. – Estava a passar na maquilhagem por causa do novo artigo das tendências e ouvi-as a falar, mas quando entrei calaram-se. – Contei.

- Elas não brincam. – Comentou.

- Mas quando o Joel entrou e as ignorou complemente, eu juro que meu deu um gostinho tão bom! – Confessei. Podia até ir para o inferno por todo o prazer que me deu vê-las ali a serem ignoradas quando fazem tudo para chamar à atenção, mas então era sinal que nos encontraríamos lá.

- Estás a ser mazinha! – Exclamou divertida.

- Se elas podem ser, eu também. – Respondi, virando-me para o computador novamente.

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- Mãe quando é que o Joel vem brincar connosco? – Perguntou a Catarina, enquanto íamos a caminho de casa.

- Não sei, ele trabalha. – Respondi.

- Mas... - Resmungou.

- Eu vou falar com ele, mas não te esqueças que ele não é um amigo da escola. – Respondi, tentando chamá-la à razão, mesmo sabendo que não ia resultar.

- Ele prometeu. – Falou o Martim, surpreendendo-me.

O Martim sempre fora uma criança tímida, mesmo na escola tinha os seus amiguinhos, mas eram poucos. Vê-lo ali a juntar-se à irmã naquele pedido especial deixava-me a pensar. Como é que ele os conquistou?

***000***

- Não percebo o porquê de estares tão surpreendida. – Falou a Ana enquanto enxugava a loiça, eu tinha ficado na estação da água.

- A Catarina não me surpreende, mas o Martim? Ele não se apega assim às pessoas. – Expliquei.

- O Joel tem jeito para crianças, notou-se que os deixou à vontade e fez com que eles tivessem a sensação que eram da mesma idade. – Explicou como se fosse uma psicóloga conceituada, contudo não passava de uma estudante de arquitetura.

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