Capítulo XVIII

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Boa noite people 🍀💐💝

Espero que o final de semana de vocês tenha sido maravilhoso!Preparados para chorar? 😢😢😢 Espero que gostem da leitura! Não esqueçam de votar e comentar, pois isso me ajuda muito e faz com que o livro fique mais conhecido na plataforma. Se quiser ficar sabendo das novidades em primeira mão e ficar mais perto da Malu (não só escritora), basta me seguir la no instagram madams.autora.

(Sem revisão)

Capítulo XVIII

Picture you're the queen of everything

Far as the eye can see
Under your command
I will be your guardian
When all is crumbling
I'll steady your hands

(The Fray, "Never Say Never.")

Cecília

Dias atuais...

Volto para o hotel e na entrada estranho a movimentação em volta do elevador. Sinto um aperto em meu coração. Um pressentimento ruim me aterroriza. Corro em direção ao elevador e ao ver o motivo da aglomeração em sua volta meu coração falha.

Dona Maria está desacordada sobre uma maca do corpo de bombeiros. Informo que ela está sob minha responsabilidade e pergunto a um dos bombeiros o que aconteceu e ele diz que ela teve um ataque cardíaco enquanto descia para a recepção. O paramédico que está a atendendo me explica que um ataque cardíaco ocorre quando o fluxo de sangue que leva ao miocárdio — também conhecido como músculo cardíaco —, é bloqueado por um tempo prolongado, de modo que parte do músculo cardíaco seja danificado ou morra. O que ele chamou de infarto do miocárdio. Me apavoro com medo do que possa acontecer com ela, mas ele me tranquiliza ao dizer que o atendimento rápido foi crucial para que nada de mais grave acontecesse.

Assim que dona Maria é levada ao Florida Hospital Celebration Health, me lembro que ela estava sozinha com meu filho e um medo demasiado domina o meu coração.

Levando a cabeça e olho em volta, mas não vejo Gael.

— Gael! — Grito pelo meu pequeno, mas nada me é respondido.

Procuro entre as pessoas que estão na recepção, mas ninguém sabe informar nada.

Minhas pernas tremem e meu joelhos cedem ao me dar conta que meu filho está perdido. Meu pequeno anjo está em algum lugar desse maldito parque e ninguém sabe de nada.

Corro em direção a saída do hotel, mostrando a foto do Gael para todos que por mim passam, mas ninguém o viu. Como ninguém vê um menino de dois anos saindo sozinho? Como ninguém vê um bebe andando por aí sem nenhum adulto?

Sinto uma dor dilacerante ao imaginar o que pode ter acontecido com o meu pequeno.

Corro para a saída do hotel.

— Senhora... Senhora... — Ouço os gritos de um funcionário do hotel quando já estou há alguns passos a saída.

Volto para onde a ambulância está com a esperança que ele saiba onde o meu filho está.

— Você viu o meu filho? — Pergunto antes mesmo de estar em sua frente.

Ele nega com um balançar de cabeça. Seus olhos demonstram preocupação, o que deixa meu coração ainda mais angustiado.

Doce ReencontroOnde as histórias ganham vida. Descobre agora