Capítulo 9

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oi gente! e ai o que estão achando? Não se esqueçam de comentar.

estou adiantando para hoje o capitulo que seria postado domingo. pois vou viajar e ficar sem internet até segunda. As demais postagens manterão o calendário.

Beijos!

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Dante agarrou firme o lençol branco da sua cama. Ele apoiou a cabeça no travesseiro ao arfar. Cerrou os lábios numa tola tentativa de conter os gemidos, mas esses saíram como murmúrios. Seu corpo quente suava ao ponto de molhar a cama.

Com a mão trêmula ergueu a colcha fina sobre seu corpo. Viu cabelos negros cobrindo um rosto jovem, puxou-os para o lado revelando os belos olhos azuis de Natasha que o encaravam de maneira sedutora. O que aquela mulher estava fazendo ali?

A sedutora visão da língua dela deslizando por toda a extensão de seu membro rígido o fez ferver ainda mais. Os lábios húmidos o acolheram com desejo é fome, engolido todo. Os dedos ágeis e delicados percorriam sua virilha, suas bolas, acariciando, apertando levemente.

Alucinado, Dante embolava o lençol em suas mãos o apertando com força, embolando-o. A refrescante saliva da súcubo não amenizava o calor da região que ela lambia e chupava.

Dante acariciou os sedosos cabelos negros dela a incentivando a continuar. O prazer do sexo oral era intenso, e ele já não conseguia mais conter os gemidos.

Natasha deslizou a língua quente da base do pênis ereto de Dante até a cabeça do membro o abocanhando ali e sugando com força.

A súcubo sabia bem como o enlouquecer, ao ponto de que Dante nem tentava fazê-la parar. Próximo a ela parecia perder o último fio do seu controle.

– Natasha...

Dante abriu os olhos, aflito, com a respiração ofegante, fazendo o peito subir e descer rapidamente. Sua testa brilhava, escorrendo suor por todo o seu corpo másculo e definido.

- Maldita súcubo! – Praguejou ao jogar a chocha sobre o seu corpo no chão.

Sentou-se na cama e acendeu o abajur sobre o criado mudo. Respirando fundo, passou a mão sobre a testa limpando um pouco do suor. O coração ainda batia acelerado no peito, suas mãos grandes tremiam. Já não bastava ter que lidar com a súcubo na realidade, agora ela também estava o atormentando em seus sonhos.

Com o membro ainda latejando entre suas pernas, Dante se levantou. Seu sangue estava fervendo nas veias, precisava de um banho bem gelado.

Arrastou-se até o banheiro que não ficava muito longe naquele pequeno apartamento. Acendeu a luz e apoiou a cabeça no espelho que cobria toda a parede acima da pia. Sua respiração embasou o reflexo. Esperava que ter contado a verdade sobre o que era fosse o bastante para tê-la assustado, para mantê-la longe... Conteve-se para não socar o espelho.

Fechou o box e abriu o chuveiro. Deixou que a água bem fria escorresse por seu corpo, aplicando um pouco do calor que fora aceso pelo sonho que não deveria ter.

Apoiou as mãos contra o azulejo, ao abaixar a cabeça. A água escorreu do seu cabelo loiro não diminuía o pulsar da sua cabeça. Que porra, Dante, não se envolva!

Durante dezenas de anos esteve pela terra. Andou como um fantasma, não chamou atenção desnecessária. Esteve onde sempre quis estar, sem ser tarjado como como um cara mal pelas malditas escolhas dos humanos. Não era culpa do diabo ou de Deus se os humanos faziam escolhas erradas. O livre arbítrio sempre esteve lá, chances iguais de fazer o bem ou o mal.

Do Inferno À Luxuria (Desejos Sombrios 2) - DegustaçãoLeia esta história GRATUITAMENTE!