Capítulo: Part 31

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  Estava indo na direção da casa do Daniel, ficava cortando o transito tentando chegar lá o mais rápido possível, quando cheguei à portaria, me apresentei o porteiro me deixou entrar, O Daniel estava perto da minha filha.

  Ela demonstra que estava segurando uma arma, daí ele se afasta.

  - Você matou a minha amiga.

  - Espere.

  - Você merece morrer não acredito que nesse tempo todo achei que você era inocente, mas me enganei sobre você.

  Ela aponta a arma para ele, a Cassandra estava chorando, estava querendo atirar, mas não estava conseguindo, ela aponta a arma para baixo, ela dar um grito, então ele parte para cima dela, fazendo com que ela caia no chão largando a arma.

  Então ele vai em direção à arma.

  - Você está maluca?

  - Eu não sei dizer você é o assassino aqui.

  - Eu só estou tornando este mundo um lugar.

  - Se livrando das pessoas más.

  - Sim.

  - A Diana não merecia ser morta.

  - Ela merecia como cada uma delas.

  - Seu doente.

  - Me diga você contou para alguém, que viria para cá.

  - Não.

  - Que bom.

  - Você está confundido as coisas.

  - Como assim?

  - Eu não contei para ninguém que eu viria para cá, mas isso não quer dizer que ninguém saiba que estou aqui, a minha amiga com certeza sabe que eu estaria e se eu estivesse em perigo quem você acha que seria a primeira pessoa que ela ligaria.

    - Seu pai.

    - Exato.

    - Pois então levanta.

    A minha filha levantou não queria contrariar ele, porque ele estava armado, isso não seria uma coisa muito inteligente.

    - Você vem comigo – disse o Daniel.

    - Daniel abre a porta – Eu bati na porta.

    - Socorro! – Escuto o som da minha filha gritando.

    Chutei a porta, entrei e vi o Daniel com a arma sobre a minha filha, ficava mirando nele.

    - Isso não precisa acabar assim, posso te levar para a prisão.

    - Eu não vou preso sobre a morte da garota, da minha irmã e da Diana.

    - Sua irmã?

    - Todas elas mereciam morrer.

  - Abaixe a arma.

  - Nunca.

  Fiquei mirando na cabeça dele, a minha filha entendeu o que ia fazer, ela fechou os olhos, não poderia cometer um só erro, dei um tiro acertei a cabeça do Daniel, ele morreu bem na hora, a minha filha gritou, ela estava nervosa, fui em direção a ela, a abracei, a Cassandra ficava chorando no meu ombro.

  - Calma, calma, tudo acabou – Falou isso para ela.

   Depois de resolver com a polícia, levei a minha filha para á casa, então a Liza, veio para a minha casa, ela foi ter uma briga com a minha falou, ficou dizendo tudo que a minha filha de ruim fez, depois a Liza, veio na minha direção.

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