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Pen Your Pride

Capítulo: Part 29

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  Estava me sentindo com sorte uma das amigas da filha do policial que estava me investigando também estava aqui, a minha sorte é que ela era bonita e era a minha fã, desta vez a minha mente estava limpa, sabia que o Marcelo não existia.

  Uma coisa que estou achando só um pouco estranho, é que ela não tinha o mesmo comportamento de quando ela veio aqui pela primeira vez fica parecendo que ela está na defensiva, fico pensando o motivo.

  Será que é sobre a amiga dela, soube pela notícia que acharam o corpo dela, mas tenho certeza que ela não desconfia de mim Então no caso sei que estou tudo bem, é só curtir o meu encontro como se nada tivesse acontecido.

  Sentei perto dela fiquei com uma mão no ombro dela, ela imediatamente fica se afasta retirando o meu braço dela, fico imaginando do por que a Maria esteja resistindo, eu sou Daniel e ela é minha fã, ela devia está se agarrando em mim.

  Ela devia está se fazendo de difícil, sei como é só porque está perto do ídolo dela, não quer dizer que ela liberaria as coisas tão fáceis, talvez fosse muito presunçoso de mim Que achava que iria conseguir tudo tão fácil.

  Outra coisa pode está ocorrendo na mente dela, uma coisa que eu não estava considerando, talvez, ache que foi eu que matei a amiga dela, mas por que ela desconfiaria disso?

  Idiota como não pensei nisso antes, ela é amiga do policial que está me investigando, já que elas são amigas, talvez uma fale com a outra, talvez uma delas esteja suspeitando de mim Não pode ser as duas gostam muito de mim.

  - Você está bem? – Pergunto para ela.

  - Sim estou.

  - Você parece diferente.

  - Como assim?

  - Você está menos à vontade por está aqui.

  - Não, estou muito a vontade.

  - Me diga você queria está aqui.

  - Eu queria está aqui, acredite em mim.

  - Que bom.

  - É que...

  - É que o quê?

  - A minha amiga morreu recentemente.

  - Eu sinto muito.

  - É eu sei que sente.

  O Tom dela foi estranho, foi como se ela tivesse me acusando da morte da amiga dela, estava claro de que ela estava desconfiada de mim.

  - Não gostei do seu tom.

  - Me desculpe.

  - Você não acha que eu tenho alguma coisa haver com o assassinato.

  - Vou tomar um copo de água.

  - Espere um segundo.

  - É que estou querendo tomar o copo de água.

  - Depois.

  - Não.

  - Deixa eu trazer.

  - Deixa mesmo que eu é que pego.

  Ela foi pegar o maldito copo de água, estava claro como o dia de que ela achava de que eu era o culpado, se ela está desconfiada, fico imaginando de a amiga Cassandra também devia está desconfiada.

  Uma coisa que eu não entendo, é por que ela veio aqui? Se ela desconfia de mim Vim aqui seria a ultima coisa que ela devia fazer, espere como eu posso ser tão burro, talvez na bolsa dela, tenha um celular gravando a nossa conversa.

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