Capitulo 38 - Milagres da vida.

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"Ele realiza maravilhas insondáveis, milagres que não se pode contar." 
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Após seis meses casados, começamos a conciliar nossa rotina diária. Mathias com o seu altruísmo, sempre se preocupava em me deixar sozinha em casa. Quando saia para trabalhar em alguns eventos, nem todos ele poderia me levar e tinha que ficar em casa. As vezes gostava e outras pedia que ele me levasse para ficar com minha mãe, era quando ele se tranquilizava mais. Aliás, meu pai passou a morar com minha mãe, mas ela afirma que é em quartos separados. Até parece que me engana. Eu realmente não entendo como não admitem estarem juntos.

Por ficar muito tempo em casa, queria ser útil de alguma forma, mesmo ganhando minha aposentadoria por invalidez, precisava trabalhar para me sentir bem. Conversei com Mathias se tinha como o ajudar de alguma forma. Então me aconselhou em fazer um curso de Design Gráfico para o ajudar nas edições das fotos. Comecei a fazer o curso online a três messes e estou amando.

— Você fica mais linda a luz do dia, sabia? – me elogiou ao terminar de arrumar seus materiais de trabalho, sorrindo ao me fitar.

Eu sorri de volta. Estava apoiando meu cotovelo na cama o admirando – usando seu costumeiro moletom – enquanto se arrumava para o trabalho. Ele se aproximou para me cumprimentar com um beijo de bom dia e me levar para tomarmos café da manhã. Algo estranho aconteceu, seu cheiro me enjoou.

— Amor, que perfume você está usando? – tampei o nariz de imediato.

— O de sempre, princesa. Por que? – perguntou confuso alisando os cabelos.

— Eu... – dentro do meu estomago tudo começou a embrulhar. Engunhei e engunhei alisando minha barriga. Até que ele percebeu o que estava a prestes a acontecer e me colocou de lado para vomitar.

— Meu Deus, amor! O que você tem? O que está sentindo? – perguntou muitíssimo preocupado. Seu rosto todo ficou tenso e o corpo do mesmo modo.

— Eu não sei, só sentir o estomago embrulhar e uma vontade enorme de vomitar quando sentir o seu cheiro – limpei minha boca do liquido ácido. Aquele gosto amargo que tanto odiava desceu ardendo em minha garganta.

—Vou te levar agora no médico – ele me colocou sentada na cama e começou a pegar nossos documentos apresado e completamente nervoso.

—Amor, não precisa. É apenas um enjoo besta.

Ignorou o que falei me pegando colocando nos braços para me dar um banho rápido e seguirmos às pressas para o hospital. Precisava sempre ter calma e nunca questionar suas ações, ele sempre se preocupada demais comigo. Apesar de achar lindo, me preocupo com ele ser tão altruísta assim, podendo ser prejudicial para ele. No carro me entregou uma garrafa de água para eu ir tomando. Não sabia se era bom me dá qualquer comida depois de ter vomitado.

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