Capítulo 6 - Fairy

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As paredes estão rubras, e sorrio para o meu eterno amor. Seus olhos estão deliciosamente avermelhados, dançando em cores parte rosa parte vermelho. Ele levanta, e esta maravilhosamente nu. Suspiro e ele se volta para mim, para desta forma me agradar com seu belo sorriso. Seus músculos estão com uma fina camada de suor. Ele enche duas taças de vinho e senta-se ao meu lado.

-Tome mulher. –Rio diante sua provocação que me diverte por eras. Ele sorri também, e passa os dedos por meu rosto, as cores de admiração saltam pela parede, são violeta e adoro como esta cor fica perfeita em seu olhar. –Depois de todo este tempo, cada dia a amo mais...

-Nosso amor é como um corrente continua meu homem, e esta corrente poderia transbordar o mundo. –Falo tomando um pequeno gole.

-Pode transbordar universos Fairy. –Amo nosso amor, nossa existência foi muito abençoada com amor e filhos sábios e fortes, temos sorte das divindades ainda nos abençoaram com Ivy e Terna.

Pensar em Terna me deixa aflita e Drakon sente está aflição.

– qual o problema mulher? –Pergunta.

-é Terna... Ivy hoje foi esplendida, ela conhece todos os semi soberanos e eles a conhecem, sua esperança mudou o mundo, veja como Gardia está repleta de pessoas que precisavam deste sentimento... E Terna, ela não lida bem com a paixão dos gardianos. Uma vez a vi tampando os ouvidos, perguntei o que estava acontecendo, claro, e Terna me contou que os humanos são devassos e sem sentido, apesar de ser um pouco mais velha que Ivy, parece ter séculos... ela não alimenta este sentimento com cuidado e os humanos ficam confusos com a nova soberana... E veja como Ivy já pequena traz esperança até mesmo ao supremo soberano.

Ele sorri para mim e acaricio suas mãos, ele beija as mesmas.

-Terna vai aprender a lidar com seu sentimento de paixão, ainda o sinto muito fraco, ela é séria demais, mas dará tudo certo... as vezes sinto como se houvesse algo perturbando ela. –Drakon sorri tentando me deixar tranquila. –Amanhã tentaremos nos aproximar mais dela, vamos fazê-la brincar com Ivy interagir com os semi soberanos, um dia ela ajudara a governa-los, precisa conhece-los, terá de aprender a lidar com a timidez ao que parece e quando aceitar sua essência, ou seja, quando aceitar que é paixão, e deixar a luz deste sentimento preenchê-la, tudo dará certo.

-E se as trevas se sobressaírem? – Peço curiosa.

Ele franze as sobrancelhas.

-Isso não vai acontecer. Não vamos permitir. –Ele levanta e anda de um lado para o outro. –Vamos explicar a ela a importância de ser boa...

- Terna é boa, mas é uma criança estranha que não brinca, não é curiosa.

-Nossos filhos também não eram. –Então ele sorri aliviado. –Estamos pensando demais, vamos ficar amanhã com Terna na sala do trono, peça para alguns semi soberanos virem para ensina-las sobre a pureza de seus sentimentos, prudente é um ótimo exemplo, e vamos pedir que Doriam e Ravi passem mais tempo com ela, assim ela conhecera suas obrigações como soberana.

-Ivy também precisa destes ensinamentos. –Reflito.

-Claro, claro... mas ela vai se vingar por fazermos ela ficar escutando prudente. –Diz Drakon entre um sorriso e outro. –Terna é filha de divindades, você melhor que ninguém sabe que divindades são luz! Não há com o que nos preocuparmos.

Concordo com ele, finalmente aliviada, Terna é filha de divindades da luz, isso significa que seguirá por este caminho. Além do mais sonha em casar com Ravi ou Doriam e sabe que se escolher as trevas, jamais ficará com eles.

-Sim ela é luz, mas isto não é desculpa para não sermos bons pais, vamos participar mais de sua vida. –Drakon concorda e me derruba na cama.

-Amanhã? –As paredes ficam vermelhas novamente.

-Amanhã... –Seus lábios cobrem os meus e me perco nos braços do meu supremo amor.

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