Acordei mais tarde, em algo confortável. Abri os olhos e me deparei com o quarto que instantaneamente não tinha sequer reconhecido. Só depois meu cérebro me transportou para a ideia de que a louca da ex do meu namorado, queria a minha cabeça

Essa mesma louca que eu acabei conhecendo ontem, por acaso do destino, é a mesma que tá tentando me exterminar da vida do Harry.

Só não consigo entender como eu consegui acordar e vir pro meu quarto. A não ser que.... Ai meu Deus, coitado do meu namorado! Eu já não sou tão magra assim, para ele subir vários andares comigo no colo... Óbvio que fiquei preocupada, mas isso não deixa de ser um tantinho fofo né?

Sorri, involuntariamente.

Então me levantei, ainda com um sorriso debochado no rosto, o estômago parecendo um mar de borboletas e enfim saí do quarto

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Então me levantei, ainda com um sorriso debochado no rosto, o estômago parecendo um mar de borboletas e enfim saí do quarto.

O apartamento estava silencioso, o que indicava, pelas minhas deduções que
A) Harry já havia acordado e já tinha saído
B) Ele ainda estava dormindo, e provavelmente igual a um anjo, o que me fazia ter uma curiosidade enorme de vê-lo dormir ( mesmo que eu já tenha feito isso)

E então, resolvi seguir os meus instintos. E lá vou eu para o quarto do meu namorado, com medo de ser pega em flagrante.

Ele estava tão lindo dormindo. A cama, aliás, era enorme. Poderia caber dois de nós, tranquilamente.

Andei a passos lentos e parei de frente pra ele, seu rosto lindo, com seu cabelo recém cortado meio espalhado pelo travesseiro, e sua boca linda entreaberta. Tive vontade de beijar... E foi isso que fiz, mas foi apenas um selinho. Quando estava me afastando, lentamente, tomei um susto quando ele me segurou pelos braços, fazendo me dar um gritinho.

- AHHHH! - gritei, com meu coração batendo descompassado na minha caixa torácica . - Juro que eu ainda morro com cada susto que você me dá, Styles! Tenha dó de mim, por favor! - falei, segurando meu peito, num impulso como sempre acontece.

Ele sorriu, com aquela risada gostosa que dá até raiva de a nossa raiva se dissipar quando ele ri assim. Não entendeu? A risada dele me desarma completamente, e eu não consigo mais sentir qualquer coisa senão beijar parasempremente aquelas covinhas que ele maravilhosamente herdou dos pais.

- Para com isso. - falei, dando um soquinho de brincadeira em seu braço, fazendo-o sorrir novamente.

- OK, eu paro. Mas antes... Me diz, o que veio fazer no meu quarto? Estar a uma parede de distância já não é o suficiente para sufocar a saudade que existe dentro da senhorita?

- bobo! - falei, sorrindo, enquanto levava meus lábios de encontro aos dele.

- responde, senhorita.

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