Capítulo 69 - A casa do sol nascente

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Alguns pingos d'água batiam na janela a minha direita e a luz havia diminuído

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Alguns pingos d'água batiam na janela a minha direita e a luz havia diminuído.

Ned voltou do bar e sentou-se conosco.

— Cante um música, Freeman! — ouvi alguém gritar lá do bar enquanto eu olhava para Suzan e ela para o caderno.

"... A criatura e o Mago Barulhento batalharam por dias sem fim,  cruzando montanhas, florestas e rios.
— Você é um idiota, mago infantil! Nos acordar para esta palhaçada! — disse a cabeça preta. 
— Eu até que estou gostando — disse a cabeça branca.
O mago estava cansado e sua cabeça começou a girar. Mate logo esta besta! ele pensou, como quem pensa algo pensado por outra pessoa."

— O Mago Barulhento é mais poderoso que o Sábio Lendário? — perguntou Jessie.
— É sim — respondi — O Sábio apenas sabe das coisas mas não significa que ele consiga fazer algo.
— Do que estão falando? — perguntou Ned.
— Da história fantástica que o Jeff escreveu — respondeu Suzan.
— Então o Sábio Lendário é apenas um homem que sabe várias coisas? — perguntou Jessie.
— É — respondi — E lendário também.
— Minha mãe sabia várias coisas — disse Ned, meio sonolento.
— O Mago Barulhento está sofrendo a influência do antigo imperador, não está? — perguntou Suzan.
— Está. Ele acabará fazendo algo que não quer fazer.
— Acho que o Caramelo vai salva-lo — disse Jessie — Ele vai ficar muito pequeno e entrar pelo corte na perna do mago e tirar o pedaço de raio de lá.
— Lembrei de Stonehenge enquanto lia sobre o círculo de pedras que o Mago Barulhento fez — disse Suzan.
— Acho que o Mago Barulhento não é tão inteligente assim — disse Jessie.
— Quem é Carmelo? — perguntou Ned.
— Por que acha que o Mago não é inteligente? — perguntei.
— Ele fez um círculo de pedras gigantes e depois saltou ou voou ou sei lá o que, sobre a parede de pedras — disse Jessie — para então chegar ao centro do círculo e plantar as sementes da árvore Fu...
— Árvore wu! — exclamou Suzan.
— Ah! Enfim, ele não poderia ter deixado uma pedra de fora, depois plantado a árvore e então completado o círculo? — questionou Jessie.
— Mas ele precisava de um círculo perfeito — argumentei.
— E outra coisa: eram duas sementes. O que houve com a outra?

Era verdade. O mago plantou duas sementes. Onde estaria a outra? Teria morrido? Plantar algo não é muito fácil. Meu pai sempre reclamava que algumas coisas não nasciam como ele esperava.

— Vamos Freeman! Eu lhe pago um drink se você cantar aquela história sobre o garoto e a casa! — ouvi alguém dizendo, lá atrás no bar.

§

Jeff mais leve que o arOnde as histórias ganham vida. Descobre agora