Capítulo 66 - Segregação

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então o Mago Barulhento desfez o anel de pedras e as para o lugar de onde havia retirado

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...então o Mago Barulhento desfez o anel de pedras e as para o lugar de onde havia retirado...

— Isto é ridículo! — protestou Jessie — Não existe nada sem o tempo. Qualquer criança sabe disso.

Suzan ignorou o comentário e me olhou gentilmente. Desviei o olhar para os cavalos selvagens  que corriam na planície a nossa direito e para o céu atrás de nós que estava escuro. Parecíamos fugindo de uma tempestade.

Ned tomava sua bebida, sentado em um dos três bancos do balcão do bar que ficava no terceiro vagão, antes dos bancos reservados aos negros. A sua direita, um homem de cabelos escuros e longos fumava seu charuto  cuja fumaça fazia nuvens. Que peste de fumaça fedorenta, pensou Ned.

Um homem de chapéu de veludo azul veio até o bar e pediu uma dose dupla de uísque mas o barman não o serviu de imediato, olhando com preocupação para todos. Ned fez um sinal com a mão aberta apontando para a garrafa. O homem negro sentou-se a esquerda de Ned e bebeu em silêncio a bebida servida pelo rapaz relutante.

O homem de cabelos longos  bebeu um longo gole de sua bebida e então contou uma piada da qual riu sozinho e que envolvia um judeu, um porco e um homem negro. Já sei onde essa merda vai terminar pensou Ned que conhecia o tipo do sujeito.

— Você sabe a diferença entre a mãe de um negro e uma prostituta francesa? — perguntou o homem de cabelos longos, que levou o copo até a boca enquanto jogava a cabeça para trás. Então Ned empurrou com violência a cabeça do cabeludo contra o balcão do bar e o encostou na parede a sua direita, desacordado.
— Acho que nosso amigo está com muito sono — disse o homem do chapéu azul.
— Ele só vai acordar com uma dorzinha de cabeça. Todo mundo já passou por isso, não é verdade? — disse Ned.

E então os homens no balcão seguiram viagem em silêncio. Apesar das muitas milhas percorridas pelo trem, a tempestade se aproximava como quem buscava nos tragar.

A árvore wul era linda e frondosa leu Suzan. Logo muitos pássaros de diversas espécies e cores se achegaram em seus galhos ...


Jeff mais leve que o arOnde as histórias ganham vida. Descobre agora