Capitulo: Part 8

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  Tinha me surpreendido com o meu pai chegando à minha casa, com arma e tudo me contou tudo sobre o atentado contra a vida então era de se entender, mas uma coisa estava na minha cabeça, será que o atentado contra o meu pai tem alguma coisa haver comigo talvez o assassino saiba que eu suspeito de alguma coisa, e por eu ser filha de um policial, tentou resolver um problema, espero que eu esteja enganada, eu não quero ser o motivo para que o meu pai tenha corrido este risco. 

   - Alguma sorte na investigação? -Falei para o meu pai.

   - Até agora estou sem sorte.

   - Nenhuma pista. 

   - Amanhã nós vamos investigar algumas pessoas que sabiam da vida pessoal dela. 

   - Bem boa sorte na investigação de amanhã.

   - Você fique prestando se alguém vem te seguindo.

   - Não se preocupe eu vou presta atenção.

   - Tenha todo o cuidado pelo menos até investigação acabar.

   - Não se preocupe não precisa falar duas vezes. 

   Espero que o meu pai encontre logo este sujeito rápido, tomara por deus que esse suspeito não seja o Daniel, tenho certeza que alguém armou para ele, por tanto que não seja ele, espero que meu pai vá bem à investigação. Três horas se passaram o Paulo foi para a casa, estava vendo á TV tranquilamente até quando eu vi no noticiário uma notícia que estava querendo evitar a todo custo, alguém liberou para a notícia que o Daniel Rochers era um suspeito, meu deus quem foi que fez isso. 

   O meu pai viu essa notícia, como eu sabia que o meu pai estava doido por uma pista ele não ia deixar esta pista de lado, por mais que eu implorar-se sabia que não tinha jeito, ele oficialmente era um suspeito, droga quem foi que fez isso, será a Maria, não, não pode ser ela, eu e ela tínhamos um plano, para tentar achar o suspeito, ela não faria isso depois de tanto trabalho que nós duas tivemos, tenho que descobrir quem fez isso, mas que droga. 

   - Ei filha.

   - Sim pai.

   - Esse Daniel é aquele que você me falou naquele dia.  

  - Sim. 

   - Você acha que ele é capaz de fazer uma coisa dessas. 

   - Sinceramente eu acho que não.

   - Por que não? 

   - Por que... 

   - Você não sabe a resposta. 

   - Eu simplesmente acho que não.

   - Não é uma boa resposta. 

   - Eu sei disso. 

   - Você sabe que tenho que ir atrás dele. 

   - Sim, eu sei. 

   Uma coisa que o meu pai falou, me veio na cabeça por que eu acho que ele não fez isso, só porque ele é lindo e famoso e porque fala algumas coisas que eu concordo, tenho que procurar motivos melhores para achar que ele não é assassino. Fui para o meu quarto liguei para a Maria, ela não estava atendendo de repente me lembrei de o que ele tentou fazer com o meu pai será que ele foi atrás dela, meu deus tomara que eu esteja errada. Ela atendeu o celular dela fiquei aliviada.

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